Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (MT) diz que obras do BRT sem estudos podem impactar trânsito na cidade
Publicado em: 23 de janeiro de 2024
Luciana Zamproni endossou recomendação do MPE que determinou suspensão das obras do modal por 45 dias por falta de alvará e de estudos de impacto
GUILHERME STRABELLI
A secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá, no Mato Grosso, Luciana Zamproni, avaliou que realizar as obras do BRT sem estudos prévios poderá gerar impacto no trânsito da cidade.
Ela endossou a recomendação feita pelo Ministério Público Estadual (MPE) que pediu a suspensão de obras do BRT por 45 dias pela falta de alvará de obras, pela ausência de aprovação Relatório de Impacto de Trânsito (RIT) e pelo cumprimento de exigências previstas na legislação municipal.
“Infelizmente, o BRT é um modal que vai segregar vias e não vai conseguir resolver o problema, porque na verdade ele nada mais é do que um ônibus articulado, um ônibus elétrico articulado que vai segregar e ocupar faixas de rolamento. Ou seja, não houve um estudo na avenida do CPA para a ampliação de faixas, verificar o que vai trazer de melhoria para os condutores”, explicou a secretaria ao destacar que o modal poderá trazer um conflito muito maior.
“O trânsito vai congestionar. Na verdade, a implantação deste projeto sem estudo é a criação de conflitos para a nossa cidade. É uma obra gigantesca que vai rasgar toda a cidade, então precisa de estudo, muito estudo”, continuou Zamproni.
A secretaria ainda contestou a falta de diálogo com a Semob. “Uma coisa é projetos arquitetônicos, outra coisa é a realidade de mobilidade dentro de uma cidade”, finalizou.
A decisão sobre a suspensão das obras no terminal do BRT na Avenida Historiador Rubens de Mendonça aconteceu na última quarta-feira, 17 de janeiro de 2024, junto a representantes da prefeitura, do governo do Estado e do consórcio construtor.
O secretário municipal de Obras Públicas, José Roberto Stopa, ressaltou que mesmo não tendo recebido nenhum documento que dê legitimidade para a execução da obra, a equipe técnica da Secretaria está à disposição para analisar os documentos protocolados pelo Estado no prazo estipulado e emitir parecer técnico para cada processo. Os segmentos da obra 4, 5 e 6, que abrangem a região do CPA sentido Centro, serão os primeiros a serem analisados.
Guilherme Strabelli, para o Diário do Transporte


Um obra desa maguinitude tem que ter no mínimo dois turnos de trabalho e fazer por trechos termina libera começar outro trecho . Como esta sendo feito em vg cuiaba vai perder bilhões e vidas avenidas do cpa e Fernando Corrêa já está um engarrafamento dia todo com duas pistas com uma vai parar a Cidade.
O prefeito Emanuel Pinheiro está fazendo de tudo para complicar as coisas, para que não aconteça. Sua intenção é retomar a confiança do povo.
Se os problemas são inúmeros diantes dos estudos feitos , imagina dia a dia, onde já usamos transporte coletivos de péssima qualidade, ruas esburacadas em quase toda Cuiabá. Moro na região do primeiro de março e, lá os motoristas tiveram que mudar a rota, pois não tem mais condições alguma de tráfego naquele local.
Que Prefeito é esse que não consegue ver a cidade de todos os ângulos. Cuiabá está abandonada, próximo ao antigo mercado municipal no centro foi retirado o ponto de ônibus, simplesmente trafegamos na rua sem segurança nenhuma correndo risco de ser atropelados. Esgoto ao céu aberto, boca de lobo sem tampa. Isso ele não consegue vê. A única coisa que quer é retomar o VLT, nos poupe dessas ganância já roubou demais, já fez muitas coisas erradas sem planejamento, não que o Senhor não seja capaz, é a forma como o senhor quiz continuar no poder através de compra de voto e hoje pagamos um preço alto por isso.
O Senhor Prefeito está desmoralizado sem prestígio cheio de BO por suas ações insanas. Deixa o o homem trabalhar, Mauro Mendes tem com compromisso com Mato Grosso, o Senhor Emanuel Pinheiro tem com seu bolso. 😢 E lamentável
Anda na cidade de Cuiabá e verás o caos das ruas esburacadas sem condições de tráfego. Região do primeiro de março os motoristas mudaram a rota por conta própria, pois não tem mais como andar. Relatos de pessoas que usam motos e que se acidentaram por causa dessa situação.
10 anos de obra parada. O BRT de acordo com a Secretária ocupa faixas de rolagem.
O VLT será aéreo Secretária ?