Eletromobilidade

EMTU contrata CPFL para implantação do posteamento da rede aérea da segunda fase do VLT da Baixada Santista

Obras do VLT na Rua Campos Melo, em Santos

Serviços serão realizados em 90 dias, a um preço de R$ 2,3 milhões; contrato contempla obras complementares de acessibilidade das estações do Trecho Barreiros/Porto

ALEXANDRE PELEGI

A EMTU –Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos contratou a CPFL, empresa de energia, para a implantação do posteamento da rede aérea do VLT da Baixada Santista, no trecho Conselheiro Nébias – Valongo.

As obras do Veículo Leve sobre Trilhos, antes previstas para o fim do primeiro semestre de 2023, só ficarão prontas em julho de 2024.

A CPFL foi contratada por dispensa de licitação em contrato no valor de R$ 2,3 milhões (R$ 2.316.832,27), conforme publicação no Diário Oficial do Estado deste sábado, 25 de março de 2023.

O trecho dos serviços está compreendido entre a ramificação da via permanente junto à rua Campos Melo (inclusive), até a interligação com o Trecho Barreiros/Porto junto à avenida Francisco Glicério (inclusive), no município de Santos. As obras no viário do trecho da Campos Melo, no Macuco, vão terminar em julho deste ano.

O contrato inclui também as obras complementares de acessibilidade das estações do Trecho Barreiros/Porto, nos Municípios de Santos e São Vicente.

O segundo trecho está em obras, com custo de R$ 218 milhões, e a previsão inicial era que entrasse operação ainda no primeiro semestre de 2023.

Serão mais 8 km de extensão e 12 estações, com estimativa de transportar 35 mil pessoas por dia.

Como mostrou o Diário do Transporte em matéria publicada há um mês, depois que as obras do segundo trecho do VLT começaram em Santos, a situação de moradores e comerciantes nas imediações ficou bastante complicada.

Eles alegam que os problemas vão além dos transtornos habituais de obras.

Até mesmo alagamentos que invadem residências e comércios são cenas comuns, fora trabalhos que são feitos e refeitos várias vezes, postes colocados em frente à saída de carros e muitos resíduos de obras em bueiros.

Relembre as matérias:

VÍDEOS/ENTREVISTA: MP vai propor TAC para resolver transtornos e problemas nas obras do VLT da Baixada Santista

Deputados vão questionar gestão Tarcísio de Freitas sobre problemas e atrasos nas obras do VLT da Baixada Santista

No dia 17 de março, um decreto do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, publicado no Diário Oficial do Estado, declarou de utilidade pública, para fins de desapropriação, imóveis na cidade de Santos para a execução de obras complementares da segunda fase do VLT.

O processo desapropriatório será conduzido pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), responsável pela construção e gestão do modal de transportes sobre trilhos.

São duas áreas, que somadas totalizam 1.553,65 m². (Relembre)

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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