Serão 180 policiais, com adesão gradativa dos agentes a partir da próxima semana
ADAMO BAZANI/WILLIAN MOREIRA
A Companhia do Metropolitano de São Paulo vai pagar até R$ 1,4 milhão por mês para que policiais militares de folga atuem dentro de trens e estações para tentar aumentar a segurança nas linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha de metrô e 15-Prata de monotrilho.
Conforme tinha noticiado ontem o Diário do Transporte, nesta quarta-feira, 28 de setembro de 2022, Polícia Militar e Metrô assinaram convênio para que os policiais recebam em regime de Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Militar (DEJEM).
Relembre:
Segundo a apresentação da PM e do Metrô na tarde desta quarta-feira (28), não haverá pontos específicos onde os policiais vão atuar.
São previstos 180 agentes, mas que serão colocados de forma gradativa conforme a adesão dos policiais.
Já na próxima semana, início de outubro, os primeiros PMs começam a atuar, segundo a Corporação e o Metrô.
Dependendo da adesão e da necessidade, o número de policiais pode passar de 180.
O convênio terá duração inicial de 15 meses, mas pode haver prorrogação deste prazo.
O Metrô também estuda formar mais um convênio para que a PM use as das imagens das cerca de cinco mil câmeras que estão espalhadas pelas linhas.
O emprego de policiais militares de folga foi decidido pelo Metrô de São Paulo após as notícias constantes de roubos, assaltos, brigas e esfaqueamentos nos trens e estações.
Como mostrou o Diário do Transporte, no domingo, 25 de setembro de 2022, um jovem de 20 anos foi esfaqueado dentro de um trem da linha 1-Azul na região da estação Liberdade.
Relembre:
Casos de roubos com violência, principalmente de celulares, também foram relatados de forma mais reiterada nos últimos meses.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Willian Moreira para o Diário do Transporte
