Praxio muda sua sede de São Paulo para São Bernardo do Campo

Valmir Colodrão, CEO da Praxio

A partir do mês de agosto de 2022, a matriz da empresa estará localizada no Edifício Domo Corporate, em São Bernardo do Campo – SP.

A mudança acontece após uma pesquisa realizada entre os colaboradores, que mostrou que apenas 2% gostariam de retornar ao trabalho no formato totalmente presencial. “Como a maioria dos profissionais reside no ABC Paulista, decidimos que essa seria uma boa alternativa”, diz Valmir Colodrão, CEO da Praxio.

Como a quantidade de funcionários aumentou em comparação ao período pré-pandemia, a estratégia será o trabalho em formato híbrido – onde os profissionais fazem entregas de forma remota, com visitas quinzenais ao escritório para reuniões e interações com colegas e gestores.

De acordo com Colodrão, a pandemia redefiniu diversas tendências no mercado, e com as ferramentas adequadas é possível tornar processos mais simples e gerar melhores resultados. Para o CEO, quem não se adaptar ao novo modelo de trabalho, perderá a chance de modernizar sua gestão e sofrerá os impactos, sobretudo no setor de tecnologia.

Além de manter os custos fixos mais altos em relação à concorrência, o modelo presencial pode prejudicar as empresas na retenção ou mesmo na captação de talentos, já que a empresa pode perder profissionais para outra já adaptada a essa cultura. Isso prejudica o desenvolvimento de produtos e afasta a companhia de mentes inovadoras”, explica Colodrão.

Os números confirmam. Um levantamento realizado pela plataforma Workana revelou que a possibilidade de trabalho remoto é preferência de 94,2% dos profissionais. Além disso, a expectativa é que haja uma diminuição de espaço físico dos escritórios, uma vez que 10,1% dos que estão à frente das empresas já acreditam nessa tendência.

O equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é um dos grandes atrativos do modelo híbrido, que é mais flexível. O colaborador passa a ter autonomia para decidir uma rotina mais compatível com o seu perfil e estilo de vida. Para que esse modelo funcione adequadamente, deve existir muito profissionalismo e confiança mútua entre a empresa e os seus profissionais”, finaliza o CEO.

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