Metrô de SP solicita Licença Ambiental de Instalação para Estações Jacu Pêssego e Boa Esperança da Linha 15–Prata

Com projeto, linha de média capacidade aumenta em 3,5 km

Processo de licitação das obras encontra-se paralisado desde o fim do ano passado após recursos de empresas

ALEXANDRE PELEGI

A Companhia do Metrô de São Paulo deu entrada no pedido de Licença Ambiental de Instalação para as estações Jacu Pêssego e Boa Esperança da Linha 15–Prata.

O Comunicado foi publicado na edição do Diário Oficial desta quinta-feira, 13 de janeiro de 2022.

O pedido foi encaminhado à Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente – SVMA no dia 12 de novembro de 2021.

LICITAÇÃO SUSPENSA

No momento o processo de licitação para elaboração do projeto executivo e execução das obras civis das duas estações, assim como do Pátio Ragueb Chohfi, encontra-se suspenso, devido à interposição de recursos por parte de empresas e consórcios participantes do certame.

O processo de concorrência foi lançado em dezembro de 2020. Relembre:

Metrô abre licitação para projeto e obras das estações Boa Esperança e Jacu Pêssego da Linha 15

A licitação inclui ainda o fornecimento e implantação dos sistemas de alimentação elétrica e auxiliares das duas estações, pátio e trecho de via entre 560m a leste da Estação Jardim colonial (exclusive) e o Pátio Ragueb Chohfi (inclusive) da Linha 15 – Prata de monotrilho.

O projeto amplia a linha do sistema de média capacidade para 18 km e 13 estações.

Segundo a Companhia do Metrô, com mais estas duas estações e cerca de 3,5 km de vias, o monotrilho vai chegar a 18 km de extensão e 13 estações,

A fase de Classificação, Habilitação e Seleção da licitação das duas estações ocorreu em novembro de 2021.

Segundo Ata da Companhia do Metrô de SP (leia abaixo), foi desclassificada a proponente Consórcio Paulista Linha 15, e inabilitadas as proponentes Consórcio Engibras – Eneplan – ML 15 e Consórcio KPE – OAS – Phegassus. A única licitante classificada, habilitada e selecionada foi o Consórcio Expresso Boa Esperança, composto pelas empresas Construtora Queiroz Galvão S/A e MPO Soluções Ltda.

Após o anúncio, vários recursos paralisaram a concorrência. Eles foram interpostos pelas seguintes empresas/consórcios:

= Consórcio Paulista Linha 15 (Heleno & Fonseca Construtecnica S/A; Paulitec Construções Ltda e Nova Engevix Engenharia e Projetos S/A);

= Consórcio Engibras – Eneplan – Ml 15 (Engibras Engenharia S/A e Eneplan Engenharia S/A);

= Consórcio Sap – Brh Linha 15 (S.A Paulista de Contruções e Comércio e Benito Roggio e Hijos Sociedad Anonima);

= Consórcio KPE – OAS– Phegassus (Kpe Performance em Engenharia S/A; OAS Engenharia e Construção S/A e Construtora Phegassus Ltda); e

= Consórcio Telar – Gros – Consbem – CCI (Telar Engenharia e Comércio S/A; Gros Engenharia – Eireli; Consbem Construções e Comércio Ltda e CCI Construções Ltda).

Alexandre Plegi, jornalista especializado em transportes

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