Governo de São Paulo assina autorização para projeto base da Linha 19-Celeste

Com prazo de 25 meses para sua execução, trabalho é o primeiro passo para identificar locais a serem utilizados para obras e efetuar a modelagem da licitação

WILLIAN MOREIRA

O Governo do Estado de São Paulo durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira, 21 de dezembro de 2021, anunciou a assinatura da autorização para a realização do projeto base da Linha 19-Celeste.

A nova linha prevista pela gestão Doria ligará o centro de São Paulo até a cidade de Guarulhos, no Bosque Maia, integrando o Metrô durante o percurso com as linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 11-Coral.

Segundo o secretário dos Transportes Metropolitanos, Paulo Galli, essa será a linha mais moderna do sistema e tecnológica, construída totalmente de forma subterrânea, buscando impactar o mínimo possível na rotina da população no entorno dos canteiros de obras.

O projeto inicial prevê um total de 17,6 quilômetros de extensão, com 15 estações e uma frota de 31 trens novos fabricados para a nova linha. O objetivo é atender a demanda estimada de 630 mil pessoas no ano de 2029, previsão de quando será entregue.

Com a linha pronta, o trajeto atualmente realizado em uma média de 60 minutos, será feito em 30 minutos, metade do atual.

Para evitar impactos ambientais como intervenções na região do Parque Bosque Maia, o pátio metroviário será construído na região da Rodovia Presidente Dutra.

O contrato para execução do projeto básico tem prazo de 25 meses para a sua conclusão e custará ao Estado R$ 93 milhões.

Quando ele for concluído, o governo e o Metrô podem estudar a melhor maneira de construir a linha, locais a desapropriar e modos de parcerias para viabilizar o projeto, como financiamento da obra ou PPP (Parceria Público Privada).

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Paulo Bellan disse:

    Muitas promessas, mais nada sai do papel. O BRT do ABC que prometeram o inicio das obras para novembro de 2021 foi deixado para as calendas gregas. Acho que o Diario do Transporte deveria tambem cobrar estas promessas não cumpridas.

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