Campinas (SP) instala mais 20 abrigos de ônibus do tipo ‘Andorinha’

Ao todo, já são 50 implantados. Foto: Laercio Oliveira / Emdec.

Novas estruturas foram colocadas nas regiões de Viracopos e Sudeste

JESSICA MARQUES

A Prefeitura de Campinas, no interior paulista, informou que mais oito bairros da cidade receberam 20 abrigos do tipo “Andorinha”. Com isso chegou a 50 o número de novos equipamentos implantados, nos meses de outubro e novembro.

Os locais contemplados integram as regiões do Ouro Verde, Viracopos e Sudeste. O nome “Andorinha” faz referência a um dos símbolos de Campinas.

Em nota, a Prefeitura detalha que a medida é parte do programa de qualificação dos pontos de embarque de passageiros do transporte público, que começou a ser estendida para áreas descentralizadas da cidade pela Setransp (Secretaria de Transportes) e pela Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas).

Desta vez, foram seis abrigos implantados no Jardim São Domingos, cinco no Jardim Marisa, três no Jardim Campo Belo, dois na Vila Palmeiras e um mobiliário nos bairros Dic V (Conjunto Habitacional Chico Mendes), Jardim Melina, Jardim Puccamp e Jardim Ouro Branco.

“Os locais que recebem os novos abrigos são identificados a partir da demanda de usuários do transporte público. Além disso, é considerada a proximidade de pontos de interesse, como escolas ou postos de saúde. A instalação é feita por empresa privada, como compensação ao município pela instalação de empreendimento imobiliário”, detalhou a Prefeitura, em nota.

Até então, os pontos de embarque atendidos eram demarcados por pontaletes.

ESTRUTURA

Com cobertura, estrutura metálica e bancos de concreto, os abrigos proporcionam mais conforto e segurança aos usuários durante a espera pelo ônibus. São três assentos, sendo um deles destinado às pessoas obesas. A implantação inclui ainda adequação do local, aterramento e medidas de acessibilidade (espaço delimitado para cadeirantes, sinalização tátil de alerta e piso direcional).

Segundo a administração municipal, a padronização do abrigo permite que os usuários visualizem as linhas que atendem ao ponto.

A informação pode ser complementada com a utilização do aplicativo CittaMobi, que informa, em tempo real, a estimativa de chegada do ônibus no ponto.

O aplicativo está disponível para download na Google Play e na App Store.

ABRIGOS IMPLANTADOS EM OUTUBRO

Em outubro, 30 abrigos “Andorinha” foram implantados nos distritos do Campo Grande e Ouro Verde. Foram 15 abrigos instalados no Campo Grande, nos bairros Satélite Íris, Jardim Florence I e II, Jardim Rossin, Residencial Cosmos, Jardim Nova Esperança e Jardim Santa Rosa.

Outros 15 equipamentos foram implantados no Ouro Verde, nos bairros DIC I (Conjunto Habitacional Monsenhor Luiz Fernando Abreu), DIC III (Conjunto Habitacional Ruy Novaes), DIC IV (Conjunto Habitacional Lech Walesa), DIC V (Conjunto Habitacional Chico Mendes), Parque Universitário de Viracopos, Jardim São Pedro de Viracopos e Jardim Melina I.

REGIÃO SUDESTE

O próximo lote levará mais abrigos para a região Sudeste, contemplando os bairros Jardim Antônio Von Zuben, Jardim São Gabriel, Jardim Tamoio e Jardim São Vicente.

No total, 100 abrigos “Andorinha” serão levados, gradativamente, a nove áreas descentralizadas da cidade. Além do Campo Grande, Ouro Verde, Sudeste e Viracopos, serão contempladas as regiões dos Amarais, Anhumas, Barão Geraldo, Nova Aparecida e Sousas.

“A iniciativa é parte da expansão do programa de abrigos adotado pela Setransp e pela Emdec, que busca solucionar a demanda atual de pontos sem cobertura. São 1,5 mil pontos de embarque, que apresentam maior demanda de usuários, sem abrigos. Desse total, cerca de 1,1 mil estão localizados em vias pavimentadas e terão a implantação de abrigos priorizada”, ressaltou a Prefeitura.

OUTROS ABRIGOS

Além disso, a Setransp e a Emdec já implantaram, entre os meses de janeiro e novembro, 87 novos abrigos, com padrão visual semelhante aos da Avenida Francisco Glicério. Foram 42 novos abrigos implantados por meio de concessão pública, na região central e principais corredores do transporte público coletivo.

Outros 45 foram viabilizados por meio de contrapartidas de polos geradores de tráfego, beneficiando diversas regiões da cidade.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

Compartilhe a reportagem nas redes sociais:
Comentários

Comentários

Deixe uma resposta