Eletromobilidade

Solaris recebe pedidos de seis ônibus elétricos da Espanha

Modelo Solaris Urbino 8.9 LE

Fabricante polonesa entregará dois veículos a Martorell, na província de Barcelona, e quatro ao País Basco

ALEXANDRE PELEGI

A fabricante de ônibus polonesa Solaris entregará seis ônibus elétricos até o final de 2022 à Espanha.

São dois pedidos. O primeiro deles, feito pelo Município de Martorell (Ayuntamiento de Martorell), refere-se a dois Urbino 8.9 LE elétricos. Martorell, perto de Barcelona, é sede de uma fábrica da Seat, onde futuramente serão produzidos carros elétricos.

O segundo foi feito pela operadora EuskoTren, que opera no País Basco, que solicitou quatro ônibus elétricos. Desses dois são Urbino 8.9 LE elétricos, que irão operar em linha para o bairro Usansolo, cidade de Galdakao.

Os Urbino 8.9 LE de nove metros possuem baterias com capacidade total de 90 kWh. Eles foram projetados para carregamento frequente e rápido, tanto por pantógrafo quanto convencionalmente por cabo.

O Ayuntamiento de Martorell encomendou ainda à Solaris dois carregadores móveis com capacidade de 40 kW cada. A potência do motor central dos ônibus é de 160 kW.

No caso da transportadora EuskoTren, a opção foi por uma bateria maior, até 260 kWh, com motor central de 160 kW.

Além dos dois ônibus mais curtos, de nove metros, a EuskoTren encomendou dois Urbino de 12 metros elétricos. Estes serão usados ​​nas linhas operadas pela BizkaiBus.

Com capacidade de bateria instalada de 440 kWh, a propulsão é fornecida por um eixo E com dois motores integrados. Os modelos EuskoTren são carregados apenas por cabo, mas com corrente contínua de até 150 kW. A EuskoTren encomendou os carregadores correspondentes da Solaris.

Todos os seis ônibus elétricos que a Solaris entregará à Espanha nas duas encomendas são totalmente climatizados e equipados com um sistema de informação aos passageiros com monitores embarcados no interior. Há ainda um sistema de vídeomonitoramento interno e externo.

A EuskoTren encomendou também sistemas de assistência ao motorista, como espelhos retrovisores externos da câmera chamados “MirrorEye”.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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