Estrada Velha de Santos é contemplada em programa estadual de recuperação asfáltica

Estrada era única via de acesso ao Litoral antes da inauguração da Via Anchieta. Foto: Divulgação.

Rodovia Caminho do Mar (SP-148) passa por São Bernardo do Campo e Cubatão

JESSICA MARQUES

A Rodovia Caminho do Mar (SP-148), mais conhecida como Estrada Velha de Santos, está entre as 154 vias estaduais contempladas pelo Programa Estrada Asfaltada, do Governo do Estado.

O caminho era a única via de acesso ao Litoral antes da inauguração da Via Anchieta, em meados de 1947. A estrada foi desativada em 1985 e transformada em ponto turístico, devido ao contexto histórico e sua diversidade ambiental, em 2004.

O anúncio foi realizado pelo governador João Doria na tarde desta segunda-feira (21) no Palácio dos Bandeirantes. O investimento, da ordem de R$ 1,7 bilhão prevê a execução de obras que irão modernizar 2.300 quilômetros de vias em 196 cidades do Interior e Litoral.

Relembre:

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Conforme o Governo do Estado, o edital das obras deve ser publicado até julho e a previsão é a de que os trabalhos sejam iniciados até dezembro. O prazo de conclusão das obras é de até 14 meses. Entre as intervenções previstas, estão a adaptação das rodovias às novas condições de tráfego e pequenas obras destinadas ao bom funcionamento do viário.

“É mais um investimento importante para a nossa cidade. A Estrada Velha de Santos foi a primeira rodovia da América Latina a receber pavimentação em concreto para interligar o Planalto paulistano ao Litoral do Estado e há mais de três décadas não vê asfalto novo. Asfalto é necessidade e sinônimo de melhorias para a qualidade de vida da população e fundamental para o desenvolvimento dos municípios”, afirmou o prefeito Orlando Morando, durante o discurso realizado no evento.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. vagligeiro disse:

    Ué?

    A rodovia hoje é um monumento histórico, e salvo engano, existe uma parte da mesma com pavimentação centenária (me devo visitar para saber como é)

    Reasfalta-la não é incentivar a tirar caracteristicas históricas da mesma?

    A propósito, ela merece sim atenção e revitalização. Talvez até reabertura controlada com pedágio pago a DERSA… ooops!

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