Doria define novo secretário e fala em continuidade ao trabalho de extinção de estatais, como a EMTU

Nelson Luiz Baeta Neves Filho. Foto: Governo do Estado de SP

Nelson Luiz Baeta Neves Filho assume a partir de hoje o comando da Secretaria de Projetos, Orçamento e Gestão

ALEXANDRE PELEGI/ADAMO BAZANI

A Secretaria de Projetos, Orçamento e Gestão (SPOG) do governo do Estado de São Paulo tem um novo titular a partir deste sábado, 29 de maio de 2021. Nelson Luiz Baeta Neves Filho assume o cargo por meio de decreto do Governador João Doria.

A Secretaria era ocupada por Mauro Ricardo, que se desligou da pasta no dia 21 de maio. Já Nelson Baeta ocupava o cargo de Secretário Executivo da Secretaria de Governo, posto que passa a ser ocupado por Amauri Galvão Almeida Marques da Silva.

Caberá ao novo comandante da SPOG a gestão fiscal e orçamentária, além da responsabilidade por projetos fundamentais para as estratégias de contingenciamento dos gastos públicos no Governo e retomada econômica do Estado de SP.

Em comunicado do governo paulista, “Baeta dará continuidade ao trabalho, por exemplo, no processo de extinção de cinco estatais – CDHU, EMTU, Sucen, Daesp e a Fundação Parque Zoológico – e o programa de concessões que prevê cerca de R$20 bilhões em investimentos nas linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda da CPTM; Usina São Paulo; Zoológico de São Paulo, Zoo Safári e Jardim Botânico; e Caminhos do Mar”.

Nelson Baeta é graduado pela PUC/SP e atuou como Secretário da Habitação do Estado, tendo sido também executivo da mesma pasta.

Foi também secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, secretário-executivo de Desenvolvimento Social, chefe de gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e diretor de planejamento e projetos da CDHU – Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano de São Paulo.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Laércio Luz disse:

    Infelizmente cometerá um erro grave prosseguir com com a intenção de extinguir a EMTU e levar as atribuições para a ARTESP.
    A não ser que a ARTESP seja reestruturada, a sociedade pagará um preço muito caro na junção de uma empresa focada em infraestrutura rodoviária com fluxo de caixa operacional negativo há três anos com uma empresa focada no transporte de pessoas que até o momento não utilizou um centavo do Estado para cobrir suas despesas de custeio.
    O correto seria transformar a EMTU na AMT- Agência Metropolitana de Transportes Urbanos. Projeto sério realizado por pessoas sérias realmente comprometidas com a sociedade.

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