Aplicativo reúne endereços dos postos de vacinação contra covid-19 e mostra como chegar aos locais

Ferramenta atua no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e em Salvador. Foto: Divulgação.

‘Mapa de Vacinação’ do Quicko App inclui rotas por transporte público, bicicletas, a pé ou por carros de aplicativo

JESSICA MARQUES

O aplicativo Quicko App, que atua no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Belo Horizonte e em Salvador, lançou o “Mapa de Vacinação” contra a covid-19. Assim, a ferramenta agora reúne informações sobre pré-cadastro, endereços e horários dos postos de vacinação, além do calendário por faixa etária.

No Quicko App, também é possível encontrar rotas de transporte público, bicicletas, a pé ou por carros de aplicativo para chegar aos postos. O Mapa de Vacinação no aplicativo  mostra a unidade de vacinação mais próxima, com a indicação dos melhores trajetos.

Assim, a startup brasileira de mobilidade urbana tornou-se o primeiro aplicativo no Brasil a disponibilizar o Mapa de Vacinação. A nova ferramenta do Quicko App já está disponível para o sistema Android e, em breve, estará disponível para iOS, conforme informado em nota.

“Em uma única plataforma, a Quicko reúne informações sobre pré-cadastro, endereços e horários dos postos de vacinação, além do calendário por faixa etária. Ajudando ainda o usuário a chegar no local de forma mais rápida e segura, usando transporte público, bicicletas, a pé ou por carros de aplicativo. O Mapa de Vacinação no app da Quicko mostra a unidade de vacinação mais próxima, com a indicação dos melhores trajetos para chegar lá”, detalhou a empresa.

O Quicko App está disponível para Android e iOS. O aplicativo também reúne na Central de Notificações todas as notícias para quem se desloca pelas cidades e envia alertas sobre mudanças na operação ou qualquer outro problema que afete o seu caminho, entre outras funcionalidades.

Em São Paulo e em Salvador, os usuários podem comprar créditos para o Bilhete Único (SP) e o cartão CCR Metrô Bahia (Salvador), diminuindo riscos de contaminação, já que não precisarão ter contato com outras pessoas nas filas, bilheterias ou máquinas de autoatendimento.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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