ANTT mantém valor de pedágio da BR-116 Trecho Curitiba – Divisa SC/RS em R$ 6,20

Rodovia foi construída entre as décadas de 40 e 50. Por ser antiga, quase toda ela ainda é de pista simples. Foto: Grupo Arteris

Tarifa básica de trecho operado pela Planalto Sul era de R$ 6,50 até julho de 2020, quando foi reduzido pela Agência

ALEXANDRE PELEGI

O Diretor Geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT publicou a Deliberação nº 131, no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 14 de abril de 2021, mantendo a Tarifa Básica de Pedágio (TBP) aplicável ao trecho concedido da Rodovia BR-116, de Curitiba até Capão Alto, na divisa de Santa Catarina com o Rio Grande do Sul.

O trecho é explorado pela Concessionária Autopista Planalto Sul S.A. do grupo Arteris.

O valor atual da TBP da rodovia concedida à concessionária Planalto Sul é de R$ 6,20 em suas cinco praças.

Como mostrou o Diário do Transporte, em julho de 2020 a ANTT reduziu o valor do pedágio da rodovia, que tinha então o valor de R$ 6,50. Relembre:

ANTT reduz valor de pedágio das rodovias Fernão Dias e BR-116 – Trecho Curitiba – Divisa SC/RS

O trecho administrado pela Planalto Sul liga Curitiba (PR) à divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul pela BR-116. O contrato de concessão foi assinado em 14 de fevereiro de 2008.

Com a Deliberação, e com efeito econômico-financeiro a partir da data-base de reequilíbrio contratual de 19 de dezembro de 2020, a Tarifa Básica de Pedágio reajustada, após arredondamento, para a categoria 1 de veículos, mantém-se no valor de R$ 6,20 nas praças de P1, em Mandirituba/PR, P2, em Campo do Tenente/PR, P3, em Monte Castelo/SC, P4, em Santa Cecília/SC e P5, em Correia Pinto/SC.

O trajeto corta os municípios de Fazenda Rio Grande, Mandirituba, Quitandinha, Campo do Tenente e Rio Negro, no estado do Paraná, Mafra, Itaiópolis, Papanduva, Monte Castelo, Santa Cecília, Ponte Alta do Norte, São Cristóvão do Sul, Ponte Alta, Correia Pinto, Lages e Capão Alto, no estado de Santa Catarina.

A rodovia, construída entre as décadas de 40 e 50, quase toda ela ainda é de pista simples.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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