Por problema em migração, créditos dos cartões de transporte de São Roque (SP) não são transferidos

Prefeitura informa que 'trabalha para garantir transferência de saldo entre os cartões'. Foto: Foto: Flávio Henrique Cesar/Ônibus Brasil.

Mudança deve ocorrer do sistema da empresa Mirage para a Jundiá, que assumiu as operações na cidade

WILLIAN MOREIRA

Os passageiros transporte coletivo de São Roque, no interior de São Paulo, vêm encontrando dificuldades para a transferência de créditos dos cartões de ônibus. A Prefeitura se manifestou nas suas redes sociais nesta segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021, detalhando que houve um problema no processo de migração entre as empresas.

A queixa principal dos passageiros é a dificuldade para trocar de cartão, utilizando o saldo existente.

Nas redes sociais da Prefeitura de São Roque, a gestão municipal vem explicando que a empresa Mirage não entregou os dados necessários. Contudo, foi criada uma “força-tarefa” pela Jundiá, a nova empresa que opera no transporte coletivo, para a entrega do novo cartão.

TARIFA ZERO

Até a meia-noite desta segunda (15) está sendo aplicada a tarifa zero. Entretanto, os passageiros começam a pagar passagem a partir desta terça (16).

A tarifa ficou mais baixa e será de R$ 3 no cartão do transporte e de R$ 3,50 nos pagamentos em dinheiro.

De acordo com a Jundiá, a princípio serão 22 coletivos à disposição, com 20 atendendo linhas regulares e dois como parte de uma frota reserva.

O quadro de horários e itinerários foi divulgado pela empresa.

Relembre:

Jundiá diz que aumentou frota em São Roque (SP) e divulga horários.  Tarifa foi reduzida

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Washington disse:

    E acho quando a empresa e indonia, Esso ela cobra pelo RG do pessoa que está acima de 50 anos pra frente… eu acho que eles já trabalhou como qualquer pessoa e tem muitos que Aida estão na ativa… merece nosso respeito sempre…
    Aí ficar a prefeitura não quer pagar o repasse para a empresa, E depois a empresa tira o dela de fora. Ficar o jorgo de empurra em empurra?
    Uma vergonha para a prefeitura não ter um posição referente a esse caso… querendo ou não eles pagar os impostos!!!

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