Instituições religiosas devem disciplinar acesso, com controle na entrada e, preferencialmente, agendamento de fiéis. Quem for de transporte público às celebrações deve estar atento à redução de frota
ADAMO BAZANI
Por causa das novas restrições do Plano São Paulo, que deixarão todo o Estado na fase vermelha nos fins de semana em período integral e nos dias úteis das 20h às 06h, os prefeitos da região do ABC Paulista determinaram novas regras de funcionamento de igrejas, templos religiosos e outros locais de culto em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.
De acordo com nota do Consórcio Intermunicipal ABC, que reúne estes prefeitos, os locais de celebração religiosas só poderão receber 50% da capacidade do ambiente.
Padres, pastores e demais líderes religiosos devem controlar o acessos e, preferencialmente, agendar o comárecimento dos fiéis.
Medidas de higienização e distanciamento também devem ser tomadas pelos religiosos, conforme nota do consórcio.
“Em relação às igrejas, o funcionamento será permitido com 50% capacidade e com 1,5 metro de distância entre as pessoas, respeitando todas as medidas de segurança e com uso de máscaras e álcool em gel.”
Em entrevista ao Diário do Transporte, o secretário-executivo do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, Acácio Miranda, disse que os prefeitos do ABC vão seguir as novas determinações do governador João Doria para controlar o avanço da covid-19 no Estado.
Relembre:
O governo do Estado publicou neste sábado, 23 de janeiro de 2021, o decreto oficial com as novas regras do plano São Paulo.
Nos fins de semana dos dias 30 e 31 de janeiro e 6 e 7 de fevereiro todas as regiões estarão na fase vermelha em tempo integral, mesmo aquelas que estão na fase laranja, como o ABC Paulista e as demais cidades da Grande São Paulo, incluindo a capital.
Relembre:
Quem for aos cultos religiosos de transporte público deve estar atento porque na fase vermelha, as frotas de ônibus, trólebus e sistemas de trilhos tendem a ser reduzidas.
A recomendação é tentar saber dos horários por meio de aplicativos ou procurando ligar para as garagens.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
