Diário no Sul

Greve de ônibus em Londrina (PR) continua e empresas buscam financiamento para quitar pagamentos atrasados

Paralisação pode acabar após o pagamento dos salários em atraso. Foto: André Aguirra Taioqui/Ônibus Brasil.

Aproximadamente 1.100 rodoviários estão de braços cruzados, reivindicando direitos que não foram quitados na data esperada

WILLIAN MOREIRA

A paralisação de pelo menos três empresas que atuam no transporte coletivo na cidade paranaense de Londrina iniciada nesta sexta-feira, 22 de janeiro de 2021, segue sem previsão de término.

Os rodoviários das empresas TCGL (Transportes Coletivos Grande Londrina), Londrisul e TIL Transportes Coletivos S iniciaram o movimento pela manhã e cobram o pagamento do vale salarial, equivalente ao adiantamento de salário.

As informações sobre os atrasos foram divulgadas pelo Sinttrol (Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Londrina) à imprensa local.

Segundo o portal Tem Londrina, as três empresas estão buscando financiamentos bancários para obter o valor necessário para regularizar os débitos com seus funcionários.

O sindicato aguarda a realização desta ação para definir o próximo passo do movimento que pode ser o enceramento da greve e a retomada do atendimento à população.

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. DIEGO disse:

    Só um detalhe, a TIL não faz o transporte coletivo na cidade de Londrina e sim metropolitano. O transporte coletivo urbano que ela faz é em Ibiporã e Cambé, além do metropolitano também, Ou seja, além de Londrina, Cambé e Ibiporã também ficaram praticamente sem ônibus, a única solução era recorrer aos metropolitanos da Viação Garcia, na linha Rolândia – Londrina pra quem é de Cambé e nas linhas Londrina – Jataizinho, Londrina – Assaí e Londrina – Sâo Sebastião da Amoreira pra quem é de Ibiporã.

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