Secretaria de Transportes do Rio de Janeiro formaliza exclusão da Bangu e da Estrela Azul de consórcios
Publicado em: 5 de outubro de 2020
Empresas fecharam as portas, mas ainda constavam nos cadastros da pasta. Transporte no Rio está em crise bem antes da pandemia
ADAMO BAZANI
A Secretaria Municipal de Transportes do Rio de Janeiro formalizou nesta segunda-feira, 05 de outubro de 2020, a exclusão de duas empresas de ônibus que deixaram de operar nos cadastros de consórcios que receberam concessão em 2010.
Um dos despachos atende ao pedido de exclusão da empresa Auto Viação Bangu Ltda que integrava o Consórcio Internorte de Transportes.
A outra decisão, autoriza a retirada da Transportes Estrela Azul do Consórcio Intersul de Transportes.
Como mostrou o Diário do Transporte, em 12 de maio de 2016, a Auto Viação Bangu anunciou o término de suas atividades.
Já a Estrela Azul informou o fim das atividades em 04 de fevereiro de 2019.
Antes mesmo da pandemia de Covid-19, que causou um impacto nas finanças dos transportes coletivos em todo o País, o Rio de Janeiro vem registrando falências de companhias de ônibus. Desde 2016, foram ao menos dez companhias.
Além da queda de número de passageiros, que já ocorria antes da crise da pandemia; a reformulação das linhas, que segundo especialistas locais teve equívocos; falta de subvenções integrais às gratuidades; instabilidades políticas; suspeitas de corrupção no setor e a pressão de empresários maiores sobre os menores estão entre os fatos que contextualizam o fechamento de tantas companhias.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes




A Bangu só tinha 1 linha no Internorte. A 725 Cascadura-Ricardo de Albuquerque. As sua operação se concentrava no Consórcio Santa Cruz, mas o Internorte é citado pelo Diário Oficial
Linha 794 Cascadura X ângulo, há anos atendendo o passageiro da pior forma, ônibus sujo, velho e com poltronas soltas e rasgada, nunca teve um ar condicionado ridículo, pagamos pra fazer uma viagem longa e sendo tratados pior q animais.