Prefeitura do Rio de Janeiro cria comitê para readequar transporte coletivo
Publicado em: 11 de agosto de 2020
Objetivo é propor medidas para melhorar as linhas e serviço prestado, além de realizar avaliações
WILLIAN MOREIRA
A Prefeitura do Rio de Janeiro criou nesta terça-feira, 11 de agosto de 2020, o “Comitê Executivo no âmbito da Secretaria Municipal de Transportes” para readequação emergencial das linhas e serviço público de ônibus na capital fluminense.
Um dos principais objetivos deste grupo é avaliar os impactos sofridos pelo transporte na pandemia e verificar as linhas com mais reclamações e sua demanda de passageiros.
A partir disto, as necessidades dos passageiros, do poder concedente e dos concessionários será analisada e assim traçar mudanças em trajetos, horários e outros pontos que devem levar em consideração eliminar sobreposição de linhas e valorizar a integração com outros modais, por exemplo, trem e Metrô.
O comitê será formado por membros relacionados ao setor, dentre eles o subsecretário de transportes, coordenador do sistema de BRT, coordenador de fiscalização e licenciamento, entre outros.
A ordem hierárquica é a seguinte:
I – Subsecretário de Transportes;
II – Coordenador de Planejamento;
III – Coordenador de Gestão da Operação;
IV – Coordenador de Rede de BRT;
V – Coordenador de Gestão e Monitoramento;
VI – Coordenador de Fiscalização e Licenciamento.
O prazo é de trinta dias para que eles apresentem um relatório conclusivo, apresentando propostas de alteração de linhas e estruturação de itinerários.

TRANSPORTE VEM PERDENDO EMPRESAS
Em menos de cinco anos, pelo menos 15 empresas de ônibus deixaram de operar na capital. A última foi a Transportes Estrela, provocando reclamações de passageiros pela demora e até ausência de atendimento em alguns trajetos.
Na ocasião, a Secretaria Municipal de Transportes informou que as concessões são para consórcios e não empresas de forma individual, cabendo ao concessionário realocar ônibus para atender as linhas de sua responsabilidade.
Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte


Ta ai uma boa ideia, creio que todos os sistemas nas cidades deveria contar com algo igual ou parecido, inclusive para avaliar, cobrar e readequar através de aditivos que seriam assinados entre as partes, poder concedente e as concessionarias.
Inclusive quando do reequilíbrio econômico financeiro do contrato estiver sofrendo alterações em razoes de diversas situações, assim teríamos um sistema solido aonde tanto a população, como o órgão gestor e a concessionaria estariam sendo bem atendidos.