Contratos de ônibus da capital paulista serão readequados para o pós-pandemia

Publicado em: 2 de junho de 2020

Informação é do secretário municipal de mobilidade e transportes de São Paulo, Edson Caram

JESSICA MARQUES
Colaborou Adamo Bazani

Os contratos com as empresas de ônibus da capital paulista serão readequados para o período pós-pandemia de Covid-19. A informação foi divulgada pelo secretário municipal de mobilidade e transportes de São Paulo, Edson Caram, nesta terça-feira, 02 de junho de 2020.

A informação foi divulgada em entrevista aos portais de mobilidade Diário do Transporte, Diário dos Trilhos e Via Trólebus.

De acordo com o secretário, a readequação será feita por conta das novas exigências com relação a protocolos de limpeza. O objetivo é evitar a contaminação pelo novo coronavírus dentro dos ônibus.

“Com a questão da limpeza, temos um contrato feito antes da pandemia, vamos ter que adequar o contrato a um sistema pós-pandemia e exigir, de alguma forma, uma quantidade de limpezas e higienização mais frequente, não só aquelas que tinham por obrigação fazer nas garagens”, disse o secretário.

Atualmente, o contrato prevê renovação de frota com ônibus de motor menos poluente, tecnologia moderna, USB, Wi-Fi, entre outros itens tecnológicos que proporcionam conforto aos passageiros, segundo o secretário.

Segundo o secretário os contratos atuais (assinados em setembro do ano passado), já permitem melhorias nos serviços das empresas, com a avaliação dos passageiros interferindo na remuneração das empresas de ônibus.

TESTE DE PRODUTO DE LIMPEZA

Caram afirmou ainda que a capital paulista está testando um novo produto para limpeza nos ônibus. O objetivo é que a eficácia do produto contra o novo coronavírus dure por mais tempo.

“É como estamos fazendo nos terminais. Estamos agora adotando um novo sistema de higienização, pulverização a base de ozônio, que durante seis horas não se tenha contaminação. Estamos testando a eficácia do produto e vamos adequando o sistema com relação a isso”, detalhou Caram.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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Comentários

  1. . disse:

    Enquanto isso , à poucos KM de distância , na região metropolitana de Campinas , em pleno caos , uma redução significativa de ônibus que operam em horário de domingo (Mesmo durante a semana , com trabalhadores essenciais ). A Bus + , A Capellini , A Ouro Verde , entre outras , são do mesmo pacote de porcarias que colocam nas ruas todos os dias para o cidadão trabalhador usar. A regra é clara , DISTANCIAMENTO , mas no transporte público , com um sentando sobre o colo do outro fica difícil. A ouro verde principalmente. Devem ter uns 1500 anos que rodam certos veículos , alguns ônibus do modelo Apache e Busscar , daqueles bem antigo , tá só a carcaça , mas resistindo firmemente , enquanto leva lado a lado , cerca de 70 pessoas , num espaço que só suporta 35 (e sentadas) . Desculpa , foi só um desabafo do que acontece até hoje na RMC.

  2. Jair Bolsonaro disse:

    Complicado!

  3. Regina da Silva Pereira disse:

    Espero que as empresas coloque os motoristas nas suas linhas de origem e que seja tudo resolvido pois tá difícil

  4. ROGERIO BARRETO DA SILVA disse:

    Trabalhei na higienização dos ônibus através da empresa PK9 TECNOLOGIA E SERVIÇOS EIRELI que por sinal fez um péssimo serviço, não tinha material e ainda não pagou ainda os seus colaboradores

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