Após demissões, Caio faz proposta de redução de jornada de trabalho

Publicado em: 2 de junho de 2020

Para quem continua na empresa, diretor Maurício Lourenço da Cunha divulgou medidas para garantir estabilidade até 30 de novembro

ALEXANDRE PELEGI

No início da noite desta terça-feira, o diretor Maurício Lourenço da Cunha explica, em vídeo postado no Instagram, os motivos que levaram a empresa a tomar a decisão de demitir 320 colaboradores, cerca de 10% do total da força de trabalho da empresa. Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2020/06/02/caio-confirma-demissao-de-mais-de-300-colaboradores-parte-se-desligou-da-empresa-voluntariamente/

Ele fez questão de relembrar todo o esforço que a empresa fez para retardar a decisão, o que hoje não é mais possível. O executivo destacou que as vendas praticamente pararam por causa da pandemia, levando a empresa a uma situação difícil.

Apesar das demissões, Maurício Lourenço da Cunha fez uma proposta de continuidade para os colaboradores que continuam no Grupo, com estabilidade no emprego até 30 de novembro de 2020 (seis meses).

Para garantir essa estabilidade, segundo ele, serão necessárias as seguintes medidas:

= Suspensão dos contratos de trabalho nos meses de junho e julho.

= Numa primeira fase, de 08 de junho a 07 de julho, cada departamento terá 50% de sua equipe trabalhando, recebendo 100% do salário. Os outros 50% terão seus contratos de trabalho suspensos.

= Essa posição se inverte de 08 de julho a 06 de agosto, o que dará uma remuneração média salarial para todos os empregados similar ou superior ao que estão recebendo atualmente.

= De 07 de agosto a 30 de novembro haverá redução na jornada de trabalho, com redução de até 40% do salário nesse período.

Assista ao vídeo e conheça mais detalhes da proposta:

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

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