Bruno Covas confirma R$ 375 milhões/mês para manter emprego de profissionais como motoristas de ônibus

Prefeito durante anúncio das medidas

Prefeito ainda disse que serão colocados mais 100 ônibus disponíveis em linhas mais lotadas

ADAMO BAZANI/WILLIAN MOREIRA

Em entrevista coletiva no final da manhã desta segunda-feira, 30 de março de 2020, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, confirmou gastos na ordem de R$ 375 milhões por mês para manter empregos de 108 mil trabalhadores de empresas terceirizadas que prestam serviços para a prefeitura ou concessionárias, como as empresas de ônibus, salvaguardando assim, por exemplo, o emprego de motoristas, cobradores ou outros profissionais do setor.

A medida faz parte de um projeto de lei de Bruno Covas com ações emergenciais para minimizar os impactos econômicos do avanço do coronavírus.

A Câmara Municipal aprovou o projeto na sexta-feira, 27, em sessão virtual, como mostrou o Diário do Transporte:

https://diariodotransporte.com.br/2020/03/27/camara-aprova-de-forma-definitiva-pacote-de-bruno-covas-que-subsidia-parte-dos-salarios-dos-motoristas-e-cobradores-de-onibus-por-quatro-meses/

O prefeito não descartou a possibilidade de os subsídios serem maiores que os previstos antes da pandemia que teve origem na China.

Bruno Covas ainda disse que questões salariais, como cortes de salários diante de redução de jornada, é uma liberdade de negociação que empresas e trabalhadores devem ter.

Sobre a redução da frota de ônibus (hoje só circularam 40% dos veículos, sendo que a prefeitura diz que houve 77% de queda de demanda), Bruno Covas afirmou que mais 100 coletivos devem ser implementados nas linhas que registraram maior lotação.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Willian Moreira em colaboração especial para o Diário do Transporte

Compartilhe a reportagem nas redes sociais:
Comentários

Comentários

Deixe uma resposta