Greve do Metrô de SP adiada com pagamento da 1ª parcela da PR, mas segunda parcela ainda está sendo negociada

Assembleia prevista para hoje foi desmarcada, mas dia 16 haverá audiência no TRT e dia 17 deve ser realizado novo encontro com os trabalhadores na sede do sindicato

ADAMO BAZANI

Até pelo menos o dia 17 de março de 2020, a cidade de São Paulo está livre da possibilidade de uma greve do Metrô. Assim, as operações serão normais.

De acordo com a assessoria de imprensa do Sindicato dos Metroviários de São Paulo ao Diário do Transporte, a estatal pagou a primeira parcela da PR – Participação nos Resultados.

Com isso, a assembleia marcada para esta segunda-feira, 09 de março de 2020, foi remarcada inicialmente para o dia 17 de março.

Isso porque, no dia 16 deve ser realizada uma audiência entre o Sindicato dos Metroviários e o Metrô o TRT – Tribunal Regional do Trabalho, para discutir a segunda parcela, que inicialmente deveria ser de 44,5% do salário base de cada funcionário, mas esta forma de pagamento bem como o percentual ainda estão em aberto.

A questão se arrasta desde 2019.

Um julgamento do Tribunal [Regional do Trabalho de São Paulo] no ano passado garantiu uma participação de resultados dos trabalhadores num valor que foi determinado em juízo sobre a campanha salarial de maio de 2019 e que deveria ser pago em 28 de fevereiro de 2020. O Metrô então conseguiu uma liminar no TST – Tribunal Superior do Trabalho suspendendo este pagamento.

Após ameaça de greve na semana passada, as negociações foram retomadas.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Alecofe disse:

    Melhor terceirizar logo o metrô!

  2. Elayne disse:

    Nossa todo o país buscando soluções por conta do coronavirus, trabalhadores preocupados com essa crise e uma possível recessão e os metroviarios pensando em fazer greve. Essa não é a hora precisamos pensar no próximo e não em si mesmo. Precisamos nos unir para sairmos o quanto antes desta pandemia e depois eles terão muito tempo para solicitarem suas reivindicações de forma mais justa.

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