Pássaro Marron confirma fim da Litorânea com incorporação aprovada

Arte realizada pela Passaro Marron para comunicar mudança. Pinturas serão gradativamente trocadas

Diário do Transporte em primeira mão já havia anunciado o início do processo em outubro de 2019

ADAMO BAZANI

A tradicional empresa Litorânea, que presta serviços entre cidades como São Paulo, Guarujá, Santos e Bertioga, vai deixar de existir.

Nesta quarta-feira, 29 de janeiro de 2020, por meio de sua assessoria de comunicação, a empresa Pássaro Marron, que é do mesmo grupo que detém a Litorânea, confirmou oficialmente que vai assumir as operações a partir do dia 1° de fevereiro de 2020.

O Diário do Transporte, em primeira mão, no mês de outubro de 2019, já havia noticiado o processo de incorporação. Na ocasião, o grupo demorou mais de uma semana para se pronunciar sobre a mudança.

Relembre matéria de 26 de outubro de 2019 do Diário do Transporte:

https://diariodotransporte.com.br/2019/10/26/passaro-marron-e-autorizada-a-incorporar-litoranea-grupo-nao-se-pronuncia-ha-uma-semana/

Nesta quarta-feira, a Pássaro Marron disse que a incorporação foi aprovada por completo e que o objetivo “é simplificar a atual estrutura organizacional”

Na nota, a empresa ainda afirma que não haverá prejuízos aos passageiros.

A incorporação é uma reorganização societária e não haverá qualquer prejuízo ou transtorno aos nossos clientes, fornecedores ou colaboradores. Na prática, as duas empresas operavam em inteira sintonia e a prestação de serviço à população seguirá o mesmo padrão.

As passagens poderão ser compradas normalmente pelo aplicativo da Pássaro Marron, site www.passaromarron.com.br e nos mesmos guichês das agências. As passagens compradas antecipadamente com data de viagem posterior à 01/02/2020 serão transportadas normalmente pela Pássaro Marron.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes.

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Comentários

Comentários

  1. Nicola disse:

    Será que irá melhorar o atendimento aos usuários e melhoria nós ônibus

  2. Guacira disse:

    Se for para uma melhoria ,porque fui pela primeira vez a Ubatuba em dezembro de 20019 e na volta a litorânea colocou aqueles ônibus cinza extra e foi a pior viagem da minha vida ,pois não tinha banheiro e nem ar condicionado ,passamos mais de dez horas na estrada e nem pude tomar água para não correr o risco de ir ao banheiro e não ter como
    Experiência com a litorânea pra mim foi péssima na volta para casa

  3. Matheus Rocha disse:

    Uma pena para os busólogos que admiram a identidade de cada uma das marcas. Cabe lembrar outra incorporação já ocorrida na Pássaro Marron…. a empresa, quando ainda nas mãos dos fundadores, o Grupo Soares Penido (Serveng) fez também a incorporação da Expresso da Mantiqueira para a Pássaro Marron. Na época, a Serveng detinha:

    – a Pássaro Marron, que operava algumas linhas municipais, linhas intermunicipais no Vale do Paraíba, e Grande SP;

    – a Litorânea, que operava linhas intermunicipais dentro do Litoral Norte, e também conectava o Litoral Norte ao Vale e a São Paulo;

    – a Expresso da Mantiqueira, que operava algumas linhas municipais, intermunicipais e interestaduais interligando Vale, Serra da Mantiqueira, São Paulo e Sul de Minas;

    – além da Airport Bus Service, responsável por conectar os terminais rodoviários de São Paulo aos aeroportos da capital.

    A Pássaro Marron, incorporou a Expresso da Mantiqueira em meados de 2000, assumindo todas as suas linhas na época; e a Airport Bus Service permaneceu com os fundadores (Soares Penido – Serveng), quando a Pássaro Marron/Litorânea foram vendidas ao Grupo Constantino.

    Agora, vemos mais uma movimentação, preservando a marca apenas da empresa que possuía maior atuação entre as 3 do grupo que operavam linhas rodoviárias. Realmente, neste caso, faz sentido, pois a operação era sinérgica, e complementar. Era comum ver em finais de semana e feriados, carros da Marron operando a serviço da Litorânea.

    A marca Litorânea, certamente fará falta.

  4. Ronny Fagundes disse:

    Deveriam incorporar um bom atendimento, facilitar as coisas. Até pra imprimir um bilhete é preciso implorar pra um funcionário e ainda esperar o supervisor chegar e autorizar. Em Bertioga não é diferente. A empresa mandou mensagem dizendo que poderia embarcar apresentando apenas o bilhete eletrônico no celular mas os motoristas não estavam sabendo disso e claro não aceitaram o embarque eu e mais outros tivemos que ir ao guichê imprimir a passagem. Espero que entre outra empresa na mesma linha Guarulhos Bertioga que talvez assim os serviços melhorem.

  5. Sueli Serafim Da Silva disse:

    Empresa porcaria, simplesmente fizeram uma cachorrada no fim de ano com os clientes,pois voltando de Pinda pra São Paulo, mandaram um ônibus velho da EMTU, sendo que pagamos passagem num ônibus com ar condicionado e wi-fi,e não uma porcaria daquela,que ainda ficou com o parabrisa quebrado, debaixo de uma chuva forte,sem banheiro,um vexame tendo que ver um marido pedindo pelo amor de Deus para ele parar em um posto,pois sua esposa grávida precisa usar o toalete e o belo ônibus não tinha, aliás tenho a minha passagem guardada até hoje pois quero um reembolso pois não paguei pra andar num lixo daquele,aliás um lixo que vcs usam para transportar passageiros do ABC e vice versa.

  6. José Roberto Alves de Moraes disse:

    Tomara que a pássaro derrube o veto da artesp x emtu e volte Urgente com a linha CAMPINAS X UBATUBA via Caraguá

  7. Matheus Rocha disse:

    Sueli, apenas observando que atualmente, 100% das linhas operadas pela Pássaro Marron, entre o Vale do Paraíba e São Paulo, são gerenciadas pela ARTESP, autarquia do Governo Estadual. As tarifas são autorizadas e fiscalizadas pelo órgão. Todas as linhas operadas entre o Vale do Paraíba e São Paulo são autorizadas na categoria Convencional, ou seja, o atendimento do serviço com Ônibus com Ar Condicionado, Wi-fi, e outras comodidades é feito por mera liberalidade da empresa, visando um melhor atendimento ou outra estratégia, mas é importante frisar que a empresa não possui isso como obrigação hoje em dia, sendo assim você não terá direito a reembolso. A obrigatoriedade da existência de banheiros dentro dos Ônibus, conforme a Portaria ARTESP – 21, somente se aplica a viagens acima de 150km, e no caso a distância entre o Terminal Tietê até Pinda é de 146km, sendo assim a empresa não possui obrigação de oferecer Ônibus nas condições que você mencionou. Em relação ao uso do ônibus da EMTU, a empresa possui autorização para uso compartilhado desses veículos nas rotas EMTU e ARTESP. Itens como Ar-Condicionado, Banheiro, etc são obrigatórios em linhas de categoria “Executivo” por exemplo. A única linha da Pássaro Marron que sai do Vale categoria “Executivo”, com tarifa mais cara, é a linha que liga São José dos Campos ao Aeroporto Internacional de Guarulhos.

  8. Ivanilda Gomes da Rocha disse:

    Tomara q eles decidam se pode ou não fazer embarque nós pontos de ônibus pq voltando de Ubatuba o ônibus não parou no dia seguinte q viajei o ônibus parou em todos os pontos pra fazer embarque fui até a rodoviária e tive q comprar outra passagem

  9. Raquel disse:

    Precisa melhorar muito ainda o transporte. EMPRESA ÚNICA, faz o que quer com os passageiros. Da rodoviária Tiete/SP para Caraguatatuba/SP, litoral norte ja viajei muito em ônibus limpos e confortáveis. Já no trajeto oposto os mesmos 187 Km, Caraguatatuba/SP, ônibus sujos, VELHOS, cheiro de vômito, sem banheiro, poltronas que não reclinavam e o cinto de segurança quebrado. Várias vezes chamei os motoristas para verificarem o defeito. Solução dada MUDE DE POLTRONA. Só que não tinha, lotacão completa. Graças a Deus nao teve acidente. O cinto é obrigatorio por Lei. Faço esse trajeto há mais de 18 anos. Falo com conhecimento de causa. E agora?

  10. Vitor disse:

    Fizeram o mesmo que aconteceu com a Mantiqueira anos atrás… Triste

  11. Isabel disse:

    Eu sou de Sorocaba nunca tinha ido a São Sebastião litoral…Resolvi ir na casa de uma amiga me informaram que eu tinha que pegar o litorânea pra começar a moça do guichê com uma terrível mal vontade de atender perdi o das 10:30 da manhã só tinha outro as 11:30 quando chegou o ônibus tinha lá um motorista senhor de idade ignorante estupido falava com as pessoas com a maior sem educação levou quase sete horas pra chegar .resumindo um péssimo atendimento….Fui de novo pra São Sebastião de novo no fim do ano liguei o atendente disse q tinha carro extra sai de Sorocaba na certeza que chegaria ate o meu destino quando cheguei na rodoviária a noite o último tinha saído em horário normal um absurdo resumindo tive que pagar um Uber pra mim voltar pra Sorocaba….Resumindo tudo o que vi na empresa litorânea….Um Lixo..Uma Falta De Respeito as pessoas..Mal treinamento dos funcionários Péssima Mas Péssimas mesmo os Serviços que essa Empresa presta aos Usuários..Será que os proprietários dessa empresa sabem o pouco causo como são oferecido os serviços a população?? Me chamo Isabel emoro em Sorocaba não consigo nem ter coragem mais de ir pra São Sebastião…

  12. Gina disse:

    Sueli Serafim Da Silva, vc pode e deve, buscar seus direitos, se dirigindo ao tribunal de pequenas causas da sua cidade. Entre com uma ação contra a empresa ,leve a passagem que vc tem guardada junto a outros documentos. O código do consumidor pode e deve ser usado! O brasileiro não reivindica seus direitos, por ignorar esse mesmo código!!!!

  13. Edison Cosme disse:

    Será que irá melhorar a viagem Santos Caraguatatuba que sempre foi desgastante e sempre conseguem piorar? Uma viagem que a 20 anos atrás levava três horas agora dura 4 horas. Com paradas dentro de Bertioga (péssima diga-se de passagem), Riviera de São Lourenço, Boiçucanga… Ônibus desconfortáveis (pq já percebemos que pegam refugo de outras linhas para essa viagem). Os passageiros vivem reclamando e nada melhora.

  14. Matheus Rocha disse:

    Gina, observe que conforme mencionei acima, neste caso da Sueli, a empresa não cometeu algo “errado” ou contra as normas vigentes. O percurso que ela viajou não exige que o ônibus possua banheiro, assim como não exige que possua ar-condicionado. Trata-se de uma linha operada em categoria “convencional”, e quando a empresa coloca o ônibus com itens adicionais, é por decisão única da empresa, uma vez que essa linha não exige.

  15. MARIA APARECIDA MIRANDA LUIZ disse:

    Porque não colocam uma linha pra Campinas SP saindo de Mogi das Cruzes SP?

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