CPTM publica convênio com a PM para segurança em trens e estações

Inicialmente, serão 45 estações. Foto ilustrativa

Duração é de dois anos com custo de R$ 68,4 milhões

ADAMO BAZANI

A CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos publicou nesta quarta-feira, 08 de janeiro de 2020, o extrato de convênio entre as secretarias de Segurança Pública e de Transportes para a atuação de policiais militares fardados de folga nos trens e nas estações.

O modelo se assemelha à Operação Delegada desenvolvida entre Estado e Prefeitura de São Paulo.

Na prática, desde quinta-feira passada, 02 de janeiro de 2020, o convênio já está em vigor.

O valor de é de R$ 68,4 milhões (R$ 68.429.592,00) e a duração é de dois anos.

De acordo com o extrato, os policiais militares vão atuar “em apoio ao corpo de segurança operacional da CPTM”

Em nota ao Diário dos Trilhos, a estatal afirmou que são “445 vagas da DEJEM (Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar) para atuação, em princípio, em 47 estações da CPTM, das setes linhas da Companhia. Em qualquer momento do convênio, a Companhia pode solicitar a inclusão de uma estação no patrulhamento da Dejem, analisando suas ocorrências criminais.”

Entre os delitos que devem ser alvo dos policiais militares, ainda segundo a nota, estão crimes de furtos, roubos, assédio sexual e venda de bilhete ilegal.

O combate ao comércio ilegal por vendedores ambulantes continua sendo atribuição dos vigilantes da CPTM que podem pedir apoio da PM em caso de confronto.

A fiscalização do comércio irregular continua sendo tarefa da equipe de segurança da CPTM que, ao flagrar a prática, apreende a mercadoria e retira o ambulante do sistema. A Companhia poderá solicitar a presença da PM em caso de confronto para garantir a segurança dos envolvidos e dos passageiros.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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