Protesto contra aumento da tarifa em São Paulo está marcado para a tarde desta terça-feira

Passagens de ônibus, trem e metrô passaram de R$ 4,30 para R$ 4,40 no primeiro dia do ano. Foto: Divulgação / MPL / Arquivo.

Concentração será na frente da Prefeitura, segundo Movimento Passe Livre, que organiza ato

JESSICA MARQUES

O MPL – Movimento Passe Livre está organizando para às 17h desta terça-feira, 07 de janeiro de 2020, um protesto contra os aumentos das tarifas de transportes públicos em São Paulo. Passagens de ônibus, trem e metrô passaram de R$ 4,30 para R$ 4,40 no primeiro dia do ano.

A concentração está prevista para ocorrer às 17h em frente à sede da Prefeitura de São Paulo, que fica no Viaduto do Chá, no centro da capital paulista. A saída está marcada para às 18h, conforme informado pelo MPL nas redes sociais, como Facebook e Twitter.

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O reajuste foi em 01º de janeiro de 2020, quando o valor da tarifa básica foi de R$ 4,30 para R$ 4,40 nos ônibus municipais de São Paulo (gerenciados pela SPTrans), no Metrô, monotrilho e CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

Segundo a Prefeitura de São Paulo e o Governo do Estado, o reajuste é de 2,33%, abaixo da inflação, que, pelo IPC/Fipe – Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, chegaria até 4,08% no fim de dezembro de 2019.

Conforme noticiado pelo Diário do Transporte,a Prefeitura também aumentou o vale-transporte de R$ 4,57 para R$ 4,83. A alta foi acima da inflação, atingindo 5,7%. A integração pelo vale-transporte subiu 10,2% passando de R$ 7,95 para R$ 8,76, segundo comunicado do secretário municipal de mobilidade e transportes, Edson Caram, para o presidente da Câmara Municipal, Eduardo Tuma.

As tarifas integradas e dos bilhetes temporais também tiveram reajuste.

Em nota, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo mostrou-se favorável ao protesto contra o o aumento das tarifas. O texto foi divulgado por meio das redes sociais.

“Nos últimos 26 anos o valor da tarifa subiu de R$ 0,50 para R$ 4,40. Com as privatizações nas últimas décadas, os governos atendem aos interesses de empresas que pressionam para que regularmente as tarifas fiquem mais caras. O Sindicato defende que o transporte seja público e estatal para que atenda as necessidades do povo”, informou.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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Comentários

Comentários

  1. Roberson disse:

    A mídia corporativa não dará destaque em seus noticiários, diferentemente como fizeram na administração anterior ao psdb.

  2. Roberson disse:

    Não tem apoio da mídia corporativa como fizeram na administração anterior ao psdb, não estará nos noticiários regionais e nacionais e será omitido.

  3. JOSE LUIZ VILLAR COEDO disse:

    A Mídia aliada ou de PSDB e do atual Presidente não vai falar nada! E a ainda maior Emissora do Brasil … aqui em SP é aliada dos TUCANOS na maior parte das vezes! As Administraçoe PTRALHAS tmb fez muita besteira… Mas nas suas épocas (Erundina, Marta e Haddad) a Midia “desceu o sarrafo”! Agora…. fingem que nada vêem!

  4. Júlio Oliveira disse:

    Um protesto marcado por um bando de vagabundo que nem pega ônibus para atrapalhar a vida de quem trabalha. Aposto que estes vagabundos vão para o centro de Uber ou com o motorista do papai. De certo, querem começar a destruição que os vagabundos da esquerda fazem no Chile. Tomara que a polícia dessa o cacete nessa raça de vagabundo.

    1. Roberson disse:

      Porque vagabundos?

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