Neobus diz que venda de 120 ônibus urbanos para o Grupo Redentor é a maior da marca no ano.

Publicado em: 13 de novembro de 2019

Ônibus seguem às atuais normas de acessibilidade

Veículos são para as frotas das empresas Viação Redentor, Transporte Barra e Transporte Futuro

ADAMO BAZANI

A fabricante de carrocerias de ônibus Neobus, da Marcopolo S.A., informou nesta quarta-feira, 13 de novembro de 2019, que a venda de ônibus urbanos recente que realizou ao Grupo Redentor, do Rio de Janeiro, soma 120 unidades.

Os veículos são do modelo New Mega com chassis Mercedes-Benz OF -1721 e são para as empresas Viação Redentor, Transporte Barra e Transporte Futuro que formam o grupo, criado em junho de 1950.

Como informou o Diário do Transporte, os veículos foram financiados pelo Refrota, programa do Governo Federal para a compra de ônibus urbanos novos que conta com recursos do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

O financiamento tem engloba os seguintes valores e quantidades de ônibus.

Transportes Futuro LTDA – 29 ônibus – R$ 10.909.800,00

Transportes Barra LTDA – 39 ônibus – R$ 14.671.800,00

Viação Redentor LTDA – 52 ônibus – R$ 19.562.400,00

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2019/11/12/onibus-financiados-pelo-refrota-entram-em-operacao-no-rio-de-janeiro/

Em nota, o supervisor de vendas da encarroçadora, Douglas Cristiano Pessoa, disse que foi a maior venda de ônibus urbanos da marca neste ano e destacou a presença no Grupo Redentor.

“Esta é a maior venda da NEOBUS neste ano e uma das mais expressivas da empresa no segmento de urbanos. O Grupo Redentor possui frota com mais 1.300 veículos, 90% da marca Neobus, o que comprova as vantagens e diferenciais competitivos do modelo, como eficiência, robustez e menor custo de manutenção e operação”, enfatizou na nota.

Veículos reduzem idade média da frota

A Neobus diz que cada carroceria tem de 12.545mm de comprimento, com capacidade para transportar 41 passageiros em poltronas City, injetadas, com encosto de cabeça. As unidades são as primeiras equipadas com DRL (Luz de posição diurna) integrado ao pisca no conjunto do farol dianteiro e possuem sistema de ar-condicionado Valeo 355 de teto, elevador do tipo Gaveta na porta entre-eixos LD, sistema de alerta para o motorista de abertura da porta traseira LD (para maior segurança dos clientes e evitar evasão), sistema de monitoramento interno, com a preparação para instalação de quatro câmeras de gravação e sistema de USB.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Comentários

  1. Maurício H Collaneri disse:

    O preço de cada carro 376.200. Para vida útil de 10 anos seria 37.620 por ano ou 1.264 por mês. O ônibus em si não é oneroso. O salário do motorista sai mais caro que o próprio preço do ônibus., fora manutenção, combustível e lucro para poder também investir. Pode ser que a gente leve um susto quando vir que o custo de aquisição do ônibus deve ser muito inferior aos demais custos. A linha tem que ser rentável senão só resta o subsídio.

    1. Rafael Luiz disse:

      Com todo respeito colega, pelo que você expôs, esse tipo de negócio é inviável; logo, por que o investidor deveria insistir, não?

      1. Maurício H Collaneri disse:

        Prezado. Deve ter rentabilidade porque não pesamos nessa balança os passageiros transportados, a receita. Na verdade a intenção foi instigar a discussão para conhecermos os números. O negócio é de risco, isso é fato. Quem tem capacidade fica e quem não tem não se estabelece.

  2. Vilmar dê araujo disse:

    O absurdo disso tudo é usar dinheiro do fgts para comprar ônibus para empresários inescrupulosos que tem a audácia de dar 3 por cento de alumnto para os seus funcionários

    1. Rafael Bentes disse:

      Tenta abrir a sua empresa, quando você calcular os custos antes mesmo de iniciar o trabalho e ver o tamanho do gasto eu quero ver vir aqui falar gracinha.

  3. Daniel Brito disse:

    Deveria ser 100 ônibus para cada empresa …🤔

  4. jurandyr disse:

    Muito bom. Acho que o transporte urbano deveria ter parcerias, inclusive quando precisar de reposição da frota em face dos atos de vandalismo, que tem se estendido pelo país afora. Outro fator muito importante é o de não submeter os motoristas e cobradores a jornadas exaustivas de trabalho. Pois isso causa prejuízo à empresa em geral. Quanto à folha de pagamentos, o empresário tem que se colocar numa administração de lisura em relação aos encargos trabalhistas para que o resultado disso não insurja em multas onerosas e penosas para a empresa e descontentamento de seus funcionários.

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