Viaduto Alcântara Machado já está totalmente liberado para veículos leves e ônibus de dois eixos

Publicado em: 18 de setembro de 2019

Estrutura estava bloqueada até mesmo para ônibus comuns. Foto: Diário nos Trilhos

Caminhões, ônibus articulados e de três eixos ainda não estão autorizados a passar pela estrutura que foi atingida na quinta-feira passada por incêndio

ADAMO BAZANI

A CET – Companhia de Engenharia de Tráfego liberou às 17h desta quarta-feira, 18 de setembro de 2019, todas as faixas do viaduto Alcântara Machado, na Radial Leste, para veículos leves e ônibus de dois eixos.

O trânsito ainda continua impedido para caminhões, ônibus de três eixos e articulados.

A liberação ocorreu nos dois sentidos.

O viaduto foi atingido por um incêndio que começou em barracos sob a estrutura na última quinta-feira, 12 de setembro. Desde então, na região da Rua Piratininga, apenas três faixas em cada sentido do viaduto Alcântara Machado estavam liberadas para o tráfego de veículos leves.

A liberação desta quarta-feira ocorreu depois de uma nova análise das condições da estrutura.

Por meio de nota, a CET informou que o projeto de recuperação total do viaduto que ficou parcialmente danificado vai ainda ser concluído e que vai publicar na próxima semana as contratações emergenciais do laudo estrutural do viaduto.

“Já na sexta-feira, e durante o final de semana, tiveram início os serviços de limpeza do local, retirada de corpos de prova (amostra de material) da estrutura do viaduto e remoção da camada de concreto que foi danificada pelo fogo. Foram retiradas amostras de concreto e de aço, que estão passando por análise para que seja definido qual o exato dano que o incêndio causou ao viaduto. O projeto de recuperação da estrutura está em elaboração.

Até a próxima semana serão publicados no Diário Oficial as contratações emergenciais do laudo estrutural do Viaduto Alcântara Machado (análise onde serão verificadas, por exemplo, o estado do concreto, das ferragens, juntas de dilatação, entre outros elementos estruturais) e da obra de recuperação da via.”

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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