Queiroz Galvão é selecionada para implantação da segunda fase do VLT da Baixada Santista

Publicado em: 30 de agosto de 2019

Trecho deve atender 30 mil passageiros por dia. Foto: Adamo Bazani (Diário do Transporte) – Clique para Ampliar

Construtora ofereceu R$ 217,7 milhões. Ao todo, foram dez propostas analisadas

ADAMO BAZANI

A EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos classificou dez empresas ou consórcios para a construção do segundo trecho do VLT – Veículo Leve sobre Trilhos, que compreende oito quilômetros e 14 estações entre a Avenida Conselheiro Nébias e o Valongo, em Santos.

A previsão inicial era que as obras ficassem prontas em 2015.

A seleção foi publicada oficialmente nesta quarta-feira, 28 de agosto de 2019.

A melhor proposta selecionada foi da construtora Queiroz Galvão, com R$ 271,7 milhões. Ao todo foram dez propostas classificadas. Está em andamento o prazo de cinco dias para recursos de empresas que tiveram classificação inferior.

Confira todas as propostas:

1º) Queiroz Galvão: R$ 217,7 milhões – com R$ 217.732.987,47 (duzentos e dezessete milhões setecentos e trinta e dois mil novecentos e oitenta e sete reais e quarenta e sete centavos)

2º) Consórcio TTE (VLT):  R$ 233,8 milhões – formado pelas empresas Trail Infraestrutura Eireli, Terracom Construções Ltda. e Engefel Engenharia Civil e Ferroviária Ltda., com R$ 233.851.672,48 (duzentos e trinta e três milhões oitocentos e cinquenta e um mil seiscentos e setenta e dois reais e quarenta e oito centavos).

3º) Consórcio Conselheiro Nébias/Valongo: R$ 233,9 milhões – formado pelas empresas Construtora Norberto Odebrecht S.A., OEC S.A. e Odebrecht Engenharia e Construção Internacional S.A., com R$ 233.920.607,14 (duzentos e trinta e três milhões novecentos e vinte mil seiscentos e sete reais e quatorze centavos).

4º) Consórcio Construcap-Consben (VLT Santos): R$ 237,6 milhões – formado pelas empresas Construcap CCPS Engenharia e Comércio S.A. e Consbem Construções e Comércio Ltda., com R$ 237.615.182,56 (duzentos e trinta e sete milhões seiscentos e quinze mil cento e oitenta e dois reais e cinquenta e seis centavos).

5º) Consórcio VLT Santos: R$ 249,8 milhões – formado pelas empresas Engibras Engenharia S.A. e Eneplan Engenharia S.A., com R$ 249.864.551,60 (duzentos e quarenta e nove milhões oitocentos e sessenta e quatro mil quinhentos e cinquenta e um reais e sessenta centavos).

6º) Consórcio VLT Litoral Paulista: R$ 259,8 milhões – formado pelas empresas Heleno & Fonseca Construtécnica S.A., Paulitec Construções Ltda. e Telar Engenharia e Comércio S.A., com R$ 259.825.921,04 (duzentos e cinquenta e nove milhões oitocentos e vinte e cinco mil novecentos e vinte e um reais e quatro centavos).

7º) S.A. de Obras y Serviços, Copasa do Brasil: R$ 264,06 milhões – S.A. com o valor corrigido de R$ 264.060.114,36 (duzentos e sessenta e quatro milhões sessenta mil cento e quatorze reais e trinta e seis centavos).

8º) Consórcio ECB-COMSA: R$ 274,8 milhões – formado pelas empresas Empresa Construtora Brasil S.A. e COMSA S.A., com R$ 274.894.164,60 (duzentos e setenta e quatro milhões oitocentos e noventa e quatro mil cento e sessenta e quatro reais e sessenta centavos).

9º) Consórcio Ferreira Guedes – Teixeira Duarte  – Somafel – R$ 287,6 milhões – formado pelas empresas Construtora Ferreira Guedes S.A., Teixeira Duarte – Engenharia e Construções S.A. e Somafel Engenharia e Obras Ferroviárias S.A. do Brasil, com R$ 287.601.103,63 (duzentos e oitenta e sete milhões seiscentos e um mil cento e três reais e sessenta e três centavos).

10º) Constran S.A. Construções e Comércio – R$ 305,03 milhões, com R$ 305.039.659,37 (trezentos e cinco milhões trinta e nove mil seiscentos e cinquenta e nove reais e trinta e sete centavos).

A demanda prevista para este trecho é de R$ 30 mil passageiros por dia.
A previsão de entrega das obras é até o final de 2022.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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