Seis ônibus são depredados em uma hora em Campinas

Ônibus tiveram de ser tirados de circulação . Foto :SetCamp - Texto: Adamo Bazani

Empresa calcula prejuízo de R$ 10 mil. Segundo sindicato de viações, ações se tornaram rotina

ADAMO BAZANI

Seis ônibus da empresa Itajaí Transportes Coletivos foram depredados no período de uma hora na cidade de Campinas no interior paulista.

Os ataques ocorreram a partir das 17h30, na Avenida John Boyd Dunlop, Jardim Nova Esperança, na subida conhecida como V8.

Segundo o diretor de Comunicação do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros da Região Metropolitana de Campinas – SetCamp, Paulo Barddal, os vândalos ficavam escondidos atrás de árvores e, quando os ônibus reduziam a velocidade, atacavam os coletivos.

 “No local existe uma plantação de eucaliptos e os vândalos esperavam os ônibus passar pelo local e, com a redução natural da velocidade na subida, eles arremessavam as pedras do meio das árvores e, em seguida, se escondiam”

Vidros dos para-brisas, de portas dianteiras e porta do meio, além de vidros laterais foram quebrados.

Segundo Barddal, ações deste tipo se tornaram comuns na cidade.

“A empresa já acionou a Emdec, o órgão gestor do sistema InterCamp, e as autoridades policiais. Ninguém ficou ferido nas ações de hoje mas, infelizmente, esse tipo de crime se tornou rotina no local. Nesta semana, na mesma faixa de horário, outros três veículos da Itajaí foram danificados na subida do V8”.

Substituição de vidros vai custar R$ 10 mil

A companhia estima um prejuízo de R$ 10 mil pela necessidade substituição dos vidros.

Os vândalos não foram identificados e não há a motivação dos ataques.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Alfredo disse:

    Policía a paisana, borracha no lombo destes marginais inúteis

  2. Rogerio Belda disse:

    É bem mais complexo do que aparenta. O ônibus de cidade é imagem das necessidades do cotidiano, porém além disto o serviço é indissociável de IMAGEM DO GOVERVO, mesmo que o serviço seja permissão ou concessão. Eu assisti os estragos da revolta popular em Paris (1968). “borracha no lombo” foi o estopim da revolta! Rogerio Belda

  3. Rodrigo Zika! disse:

    No Brasil a educação e informação de fácil acesso e negada propositalmente, e uma delas e fazer o mais pobre entender que a política e tudo, não adianta fugir, da mesma forma vandalismo em serviços de transporte que o poder publico subsidia, se tem vandalismo pagamos a conta, um conta simples.

  4. Alfredo disse:

    Então Rogério, dêem flores e livros aos vândalos, se Eles não gostarem do presente, jogam nos ônibus e fazem menos estragos, que tolerância com bandidos tem algumas pessoas

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