Acesso da estação Oscar Freire que ficou pendente deve ser aberto em julho, anuncia presidente do Metrô de São Paulo

Imagem divulgada por Silvani Alves Pereira para anunciar nova entrada

Quando a estação da linha 4-Amarela foi aberta, em abril de 2018, governo alegou que solo do lado par da Rebouças é diferente do lado ímpar. Promessa era para o segundo semestre daquele ano

ADAMO BAZANI

Depois de mais de um ano em funcionamento, a estação Oscar Freire da linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, deve ter o acesso do lado par da Avenida Rebouças aberto para os passageiros.

Em redes sociais, o presidente do Metrô, Silvani Alves Pereira, prometeu a conclusão das obras em julho. Atualmente, quem está no lado da avenida onde fica o Hospital das Clínicas, deve atravessar a via para conseguir chegar à estação.

“A estação Oscar Freire vai contar com mais um acesso! As obras do acesso Clínicas estão em ritmo acelerado. Essa nova entrada conta com 5 escadas fixas, 8 rolantes e 1 elevador, o que dará mais segurança para acessar o Hospital das Clínicas, importante centro médico-hospitalar. A meta é entregar o acesso para a concessionária ViaQuatro no mês de Julho. Tudo 100% acessível” – postou Silvani

A estação foi inaugurada no dia 04 de abril de 2018 somente com o acesso do lado ímpar da Rebouças em fucionamento.

A promessa era de que o lado par já estivesse em operação no segundo semestre daquele ano.

Na ocasião, o então secretário de Transportes Metropolitanos Clodoaldo Pelissioni disse que um dos motivos para explicar a diferença do tempo de entrega é que o solo do lado par da Rebouças é diferente do lado ímpar.

“Ao escavar, verificamos um solo mais mole do que o esperado quando fizemos o projeto. Estamos tendo que escavar com mais cuidado. O fundamental é garantir a segurança, não só do usuário, mas do entorno da estação, então vamos trabalhar devagar, mas permanente para que no segundo semestre possamos entregar o segundo acesso. Agora, as pessoas vão ter que fazer a ultrapassagem da Avenida Rebouças para poder pegar o metrô no acesso principal” — disse Pelissioni na época.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2018/04/04/estacao-oscar-freire/

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Rogerio Belda disse:

    Gostaria de saber mais a respeito ( Sou engenheiro de “alturas” e não sei quase nada do subsolo e,no entanto, é de onde vem, algumas de nossas mais importantes riquezas ). Lembro-me que quando a escritora Cora Coralina [ A casa dela e Goiás hoje é um pequeno museu ] veio visitar o metrô de S. Paulo, fez questão de guardar o capacete que usou durante a visita e que hoje está em exposição no pequeno museu biográfico em que foi convertida a sua casa na margem de um pequeno rio que ela cita em seus versos. Rogerio Belda
    P.S. – Procuro alinhar os meus textos pela direita porque na [ ultima ditadura escancarada fiquei 50 dias preso
    na PE do Exercito – aprendi muitas coisa s/ relações humanas e recebi forte estímulo a estudar no exterior.]

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