Acesso da estação Oscar Freire que ficou pendente deve ser aberto em julho, anuncia presidente do Metrô de São Paulo
Publicado em: 11 de junho de 2019
Quando a estação da linha 4-Amarela foi aberta, em abril de 2018, governo alegou que solo do lado par da Rebouças é diferente do lado ímpar. Promessa era para o segundo semestre daquele ano
ADAMO BAZANI
Depois de mais de um ano em funcionamento, a estação Oscar Freire da linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, deve ter o acesso do lado par da Avenida Rebouças aberto para os passageiros.
Em redes sociais, o presidente do Metrô, Silvani Alves Pereira, prometeu a conclusão das obras em julho. Atualmente, quem está no lado da avenida onde fica o Hospital das Clínicas, deve atravessar a via para conseguir chegar à estação.
“A estação Oscar Freire vai contar com mais um acesso! As obras do acesso Clínicas estão em ritmo acelerado. Essa nova entrada conta com 5 escadas fixas, 8 rolantes e 1 elevador, o que dará mais segurança para acessar o Hospital das Clínicas, importante centro médico-hospitalar. A meta é entregar o acesso para a concessionária ViaQuatro no mês de Julho. Tudo 100% acessível” – postou Silvani
A estação foi inaugurada no dia 04 de abril de 2018 somente com o acesso do lado ímpar da Rebouças em fucionamento.
A promessa era de que o lado par já estivesse em operação no segundo semestre daquele ano.
Na ocasião, o então secretário de Transportes Metropolitanos Clodoaldo Pelissioni disse que um dos motivos para explicar a diferença do tempo de entrega é que o solo do lado par da Rebouças é diferente do lado ímpar.
“Ao escavar, verificamos um solo mais mole do que o esperado quando fizemos o projeto. Estamos tendo que escavar com mais cuidado. O fundamental é garantir a segurança, não só do usuário, mas do entorno da estação, então vamos trabalhar devagar, mas permanente para que no segundo semestre possamos entregar o segundo acesso. Agora, as pessoas vão ter que fazer a ultrapassagem da Avenida Rebouças para poder pegar o metrô no acesso principal” — disse Pelissioni na época.
Relembre:
https://diariodotransporte.com.br/2018/04/04/estacao-oscar-freire/
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Gostaria de saber mais a respeito ( Sou engenheiro de “alturas” e não sei quase nada do subsolo e,no entanto, é de onde vem, algumas de nossas mais importantes riquezas ). Lembro-me que quando a escritora Cora Coralina [ A casa dela e Goiás hoje é um pequeno museu ] veio visitar o metrô de S. Paulo, fez questão de guardar o capacete que usou durante a visita e que hoje está em exposição no pequeno museu biográfico em que foi convertida a sua casa na margem de um pequeno rio que ela cita em seus versos. Rogerio Belda
P.S. – Procuro alinhar os meus textos pela direita porque na [ ultima ditadura escancarada fiquei 50 dias preso
na PE do Exercito – aprendi muitas coisa s/ relações humanas e recebi forte estímulo a estudar no exterior.]