CPTM coloca gestores de diversas áreas para percorrem estações e verem de perto dificuldades de passageiros e funcionários

Gestores anotam os principais pontos positivos e negativos encontrados nas estações. Profissionais devem verificar se estações preenchem quesitos apontados pela CPTM em cada estação. Foto: Adamo Bazani (Diário do Transporte) - Clique para Ampliar

Programa é denominado “Gestores na Estação”. Diário do Transporte acompanhou visita à estação Guapituba, da linha 10-Turquesa, e encontrou problemas

ADAMO BAZANI

A CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos iniciou nesta semana as visitas do programa “Gestores na Estação”, pelo qual, diretores e coordenadores de diversas áreas da empresa visitam, em dupla, as estações da rede.

Segundo a companhia, o objetivo é aproximar a realidade de passageiros e funcionários de campo com a dos gestores e ajudar a traçar planos de ação com base nas impressões registradas nas visitas.

Os gestores recebem uma lista com diversos aspectos para ser avaliados, como as condições de trabalho dos profissionais das estações, situação das plataformas, das bilheterias, da estrutura em geral, limpeza dos banheiros, mapas, iluminação, acessibilidade, proximidade com ônibus e comércios, entre outros pontos.

Todas as respostas são enviadas aos responsáveis pelo programa por meio de um aplicativo e são tabuladas.

A ação faz parte do novo modelo de gestão da estatal, anunciado pelo presidente da companhia, Pedro Moro, no dia 06 de abril de 2019, a portais especializados em mobilidade urbana, entre os quais, o Diário do Transporte.

Relembre:

https://diariodotransporte.com.br/2019/04/08/cptm-anuncia-mudanca-na-forma-de-gestao-e-diz-que-vai-capacitar-funcionarios-para-fiscalizar-contratos/

Estação Guapituba é considerada pequena, com 8,5 mil passageiros por dia útil

A reportagem acompanhou nesta sexta-feira, 07 de junho de 2019, a visita de duas duplas de gestores à estação Guapituba, da linha 10-Turquesa, na cidade de Mauá, no ABC Paulista.

Foram vistoriadas as áreas exclusivas dos funcionários, como vestiários, refeitórios, salas de operação e chefia da estação e áreas de uso dos passageiros, como plataformas, bilheterias, acessos, calçadas, entre outras.

Foi possível perceber que os funcionários aprovaram a ideia de ser ouvidos diretamente pelos gestores nas áreas de trabalho e que o encontro foi uma oportunidade de estes gestores verem de perto as dificuldades de funcionários e passageiros.

A estação Guapituba é considerada de pequeno porte na rede. A demanda média diária, de acordo com o supervisor geral da estação, Domingos da Costa Machado, varia entre 8 mil e8,5 mil passageiros nos dias úteis. Toda a linha 10-Turquesa, que liga a cidade de Rio Grande da Serra, no ABC, ao Brás, na capital paulista, transporta 310 mil passageiros por dia útil, de acordo com o mais recente levantamento de abril deste ano, disponibilizado no portal da CPTM.

Da esquerda para a direita: Assessor técnico da CPTM, Kiyoshi Sakai; chefe do Departamento de Projetos e Edificações da CPTM, Marcela Alonso; assessor da diretoria de operação e manutenção da CPTM, Rodrigo Sartoratto de Alencar; supervisor geral da estação, Domingos da Costa Machado; e o assessor executivo da diretoria financeira da CPTM, Adair Rodrigues Santana Júnior

Entre os pontos positivos apontados pelos gestores estavam limpeza geral da estação e de banheiros, atuação dos funcionários e a presença de pisos táteis nos acessos para pessoas com deficiência na visão.

Os gestores, entretanto, perceberam que há uma série de problemas e pontos que necessitam de melhorias.

Uma das críticas unânimes entre os gestores foi em relação à passarela de transposição entre um lado e outro do da estação.

A estrutura de ferro é descoberta e apresenta sinas de deterioração, como pontos de corrosão, pintura antiga e desníveis no piso que também é de ferro.

A chefe do Departamento de Projetos e Edificações da CPTM, Marcela Alonso, foi uma das gestoras que esteve na estação. Marcela disse que a passarela necessita de uma atuação rápida.

“A gente vê que a passarela está em mau estado de conservação, apresenta início de corrosão na estrutura metálica. Precisa ter uma atuação da manutenção o mais rápido possível para não deteriorar cada vez mais e ter a necessidade de trocar a passarela, já que quando começa a entrar num estado grave de corrosão, é necessário trocar a estrutura.”

Ouça:

 

 

Marcela Alonso viu como positiva a possibilidade de visitar a estação, algo que, segundo ela, pode contribuir muito para o departamento onde trabalha.

“É muito importante as pessoas que atuam na área de projetos conviverem com a parte operacional das estações e verem o estado de conservação e o que estas estações necessitam. Nas últimas obras que a CPTM tem feito para atender acessibilidade, a área de projetos tem acompanhado justamente para ver se o projeto atende à obra, porque pode haver diferenças entre projeto e obra, com as interferências que a gente vai achando durante as obras e por isso, é muito importante esta convivência da área do projeto com a realidade da estação” – disse.

Ouça:

 

Outro gestor que esteve na estação foi o assessor executivo da diretoria financeira da CPTM, Adair Rodrigues Santana Júnior, que também destacou a situação da passarela como um dos aspectos negativos que encontrou, mas disse que de uma forma geral, teve uma impressão positiva do local.  Para Júnior, independentemente do cargo e função, quem trabalha na CPTM deve saber da realidade do passageiro e dos funcionários.

“Não importa área onde se trabalha, a gente tem de ter contato com o passageiro. O produto que a gente entrega é esse. Antes do trem vem a estação. É importante a gente sentir porque a ideia sempre é melhorar. A CPTM está com esta nova presidência e a ideia é fazer as coisas acontecerem. Esse programa gestor na estação vem bem ao encontro desse objetivo principal dessa gestão”

Ouça:

 

O assessor da diretoria de operação e manutenção da CPTM, Rodrigo Sartoratto de Alencar, que também visitou a estação Guapituba pelo programa, acredita que vários pontos precisam ser melhorados no local, mas destacou a postura dos funcionários da estação como algo positivo.

“Guapituba é uma estação antiga do sistema, está passando agora por reformas de acessibilidade, tem coisas que ainda vão ser melhoradas. Mas muita coisa ainda precisa ser melhorada aqui, como a passarela de transposição de um lado para outro da estação que precisa de reforma tanto de estrutura como de pintura, a parte das plataformas. São coisas que não só aqui, como nas outras estações mais antigas, necessitam de uma intervenção mais detalhada. Agora que já estão com obras em andamento, já tem parte das condições de acessibilidade já atendidas. O corpo operacional da estação apesar de ser reduzido, tem atitude de dono da estação, cuida da estação. Eles trabalham não porque querem só um emprego. Eles se preocupam com o usuário, você percebe a preocupação com o atendimento ao passageiro”

Ouça:

 

Para Rodrigo Sartoratto, o programa auxilia na aproximação entre os funcionários em diferentes níveis.

“Importante os empregados conhecerem as estações, o trecho e as linhas, verem as dificuldades, além das características das estações, as obras que estão sendo feitas e a modernização que está em curso atualmente na empresa. Aproximar quem é do corpo representativo com os empregados que estão na ponta da operação, com os nossos passageiros, e sentir como é o dia a dia operacional da empresa” – disse

Ouça:

 

O assessor técnico da CPTM, Kiyoshi Sakai, foi outro gestor que participou da visita.

O profissional acredita que a estação Guapituba deveria receber uma pintura para melhorar a sensação de bem estar do passageiro.

“Essa plataforma que é coberta com telha de fibro-cimento é muito escura. Não dá uma aparência boa. Deveria pintar de branco, por exemplo, simples, que custa barato. Vai dar uma claridade, vai dar uma alegria ao ambiente” – relatou.

Ouça:

 

Sakai ficou impressionado positivamente com a limpeza do local.

“A limpeza em todos os locais da estação. Eu fui aos banheiros, fiz questão, é difícil ver banheiro público limpo assim. Não falta papel, as torneiras funcionam. A preocupação dos funcionários da CPTM é muito louvável” – disse o engenheiro.

Ouça:

 

Apesar das obras, a estação não oferece acessibilidade plena.

A estação Guapituba está incluída no TAC – Termo de Ajustamento de Conduta entre a CPTM e o MP – Ministério Público do Estado de São Paulo para garantir acessibilidade em toda rede.

O termo foi assinado em dezembro de 2012, quando a CPTM se comprometeu a oferecer acessibilidade em todas as estações até 2014. Após descumprimento do prazo, em 2017 as partes firmaram novo acordo, com prazos que vão até 2020.

A CPTM não conseguiu cumprir o prazo para tornar acessíveis quatro estações de trem, entre elas, a Guapituba, da linha 10 – Turquesa, que deveria ter total acessibilidade até 31 de dezembro de 2017.

A transposição do lado da avenida Capitão João para a Rua Brasil para quem está em cadeira de rodas é feita por uma rampa que dá acesso a uma passagem sobre os trilhos. A obra é nova.

Quem está na rua Brasil e usa cadeira de rodas não encontra acessibilidade. Uma plataforma elevatória até a plataforma está sendo instalada.

Como parte do TAC, uma van do serviço “Ligado”, credenciada pela EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, fica parada na estação para transportar os passageiros com limitações de deslocamento. A única estação plenamente acessível da linha 10-Turquesa é Tamanduateí, já na capital paulista.

Quanto à segurança, o local conta com 16 câmeras de monitoramento, todas em operação.

De acordo com o site “Estações Ferroviárias do Brasil”, a atual Estação Guapituba foi inaugurada oficialmente em 04 de junho de 1983.

A primeira estrutura no local era um posto telegráfico aberto em 1907 pelos ingleses da São Paulo Railway, primeiros concessionários da ligação Santos – Jundiaí.

O QUE DIÁRIO DO TRANSPORTE E OS GESTORES ENCONTRARAM:

 Pontos Positivos:

Ponto de ônibus da Avenida Capitão João tem cobertura e recebe linhas municipais e metropolitanas.  Toda área tem piso tátil.

 

Ponto da Rua Brasil não tem cobertura e recebe linha municipal

– Limpeza em todas as áreas

– Piso Tátil em todos os acessos

– Local Arejado

– Várias Lixeiras

– Diversos bancos nas plataformas, alguns demarcados como assentos preferenciais

– Cordialidade dos funcionários para com os passageiros

– Ponto de Ônibus próximos

Estação tem 16 câmeras de monitoramento

– Todas as 16 câmeras de monitoramento estão em operação

Pontos Negativos e Necessidades de Melhorias:

– Passarela de Transposição das plataformas: Descoberta, em mau estado, com pontos de ferrugem. Piso da passarela, de ferro, está irregular (torto em alguns pontos) e também com pontos deteriorados.

Acesso à passarela é feito por escadas com estrutura vazada

Estrutura de passarela possui vários pontos degradados

– Quantidade de funcionários: Segundo os empregados, o total de trabalhadores é insuficiente.  Na parte da manhã são seis empregados; na parte da tarde, são três empregados e um bolsista; e entre 22h00 e 05h00, apenas um funcionário, mesmo com a operação terminando às 00h00 e começando às 04h00. Das 22h00 até o fim da operação e das 04h00 à 05h00, este funcionário fica sozinho na bilheteria do acesso pela Rua Brasil. A bilheteria do acesso pela Avenida Capitão João, o mais movimentado, só funciona das 05h00 às 22h00. Não há funcionários nos bloqueios (catracas).

– Seguranças: Os funcionários disseram haver a necessidade de mais seguranças. Segundo eles, há três por período de operação, mas sempre um deles acaba sendo deslocado para rondas na linha e ações contra comércio ambulante ilegal. Na madrugada, há dois vigilantes.

– Acessibilidade:

Placa anuncia prazo de 20 meses que não foi cumprido

Apesar de obras, falta certeza sobre prazos de entrega já que houve atrasos anteriores. Uma das dúvidas é sobre a entrega da plataforma elevatória para quem acessa a estação pela Rua Brasil, que teve os trabalhos iniciados.  A transposição do lado da avenida Capitão João para a Rua Brasil para quem está em cadeira de rodas é feita por uma rampa que dá acesso a uma passagem sobre os trilhos.

Transposição entre lados da estação para pessoas com cadeira de rodas é feita por rampa que dá acesso a passagem de nível nos trilhos

Plataforma elevatória para cadeira de rodas está sendo construída na entrada pela Rua Brasil. Comércio ambulante na calçada da estação é irregular

Quem está na rua Brasil e usa cadeira de rodas não encontra acessibilidade. Uma plataforma elevatória até a plataforma está sendo instalada.

Como parte do TAC, uma van do serviço “Ligado”, credenciada pela EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos, fica parada na estação para transportar os passageiros com limitações de deslocamento. A única estação plenamente acessível da linha 10-Turquesa é Tamanduateí, já na capital paulista.

Van do ligado faz parte de acordo com MP. Veículo leva passageiros até estação Tamanduateí, a única da linha plenamente acessível.

– Não há área de embarque preferencial nas plataformas: Para pessoas com dificuldade de locomoção e demais passageiros preferenciais.

– Banca de Jornal oferecendo risco: Na calçada correspondente à área de domínio da CPTM, do lado da Avenida Capitão João, há uma banca de jornal que há alguns meses foi atingida por um caminhão. A estrutura tem fiação e partes soltas, algumas aparentemente cortantes, o que pode representar risco aos passageiros e demais pedestres. Bem ao lado da banca de jornal, o piso é de lajota e em dias de chuva fica escorregadio. Segundo os funcionários, o piso é irregular e fica na área de domínio da CPTM.

Banca de jornal fechada há vários meses por causa de um acidente, oferece risco para os passageiros na área de domínio da CPTM

– Não há bilheteria para Cartão BOM (Metropolitano): Somente máquinas de autoatendimento.

– Não há relação de linhas de ônibus: Falta a discriminação de linhas municipais (Suzantur, de Mauá) e intermunicipais (EAOSA e Viação Ribeirão Pires, da EMTU), que servem a estação em ambos os lados.

– Necessidade de pintura: Principalmente em marquises, área inferior de telhados e outros equipamentos.

– Transferência é paga: Não há passagem livre de cobrança de passagem entre um sentido e outro da linha.

Acima, foto da estação em 1983, e abaixo, deste dia 07 de junho de 2019. No geral, poucas mudanças

– Sanitários: Os sanitários públicos existem somente na plataforma 01 sentido de embarque para Brás e como não há empregados nas linhas de bloqueios em período integral, todos os empregados recebem orientações para viabilização do uso dos sanitários por aqueles passageiros que estiverem necessitados.

– Não há hidrantes e sistema de detecção de incêndio: Somente há extintores que, segundo os funcionários, são alvos de vandalismo.

– Funcionários dizem que são necessários mais computadores para a área de controle operacional.

– Falta troco nas Bilheterias

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

9 comentários em CPTM coloca gestores de diversas áreas para percorrem estações e verem de perto dificuldades de passageiros e funcionários

  1. Nesta estação sai mais barata e rápido, como foi feita na estação de Poá, nova cobertura, piso tátil,,,,ficou bom, pode ser feito nesta estação…

  2. Esses gestores deveriam tirar um domingo daqueles que ocorrem as chamadas ‘Obras de Modernização’ (que não acabam nunca, tá mais fácil a Malhação da Rede Globo acabar primeiro) para acompanhar a realidade de quem usa o transporte sobre trilhos durante o fim de semana…

    • Junior, bom dia.

      Concordo plenamente com você, as obras de sábado e domingo de “modernização de via”, além de não acabarem nunca, incomoda muito e na maioria das vezes nos obriga a sair de carro, pois esperar o trem com intervalos de 20 a 30 minutos e velocidade reduzida, ninguém merece.

      CPTM, redobre a equipe de manutenção na madrugada, pronto.

      Mas de dia deixa os trens rodarem, pois não há nada mais prático e gostoso de que se deslocar em Sampa sobre trilhos, exceto nas horas de rush é claro.

      Abçs,

      Paulo Gil

  3. E necessario que estes gestores faca uma varredurar em todas as estacoes da cptm em geral, Porque realmente precisa de melhorias em todas elas a cidade crecesceu estamos. Em 2019 e as estacoes sao de 1807 ja tem muitos anos seguindos e seculos e nao tem infraestrutura mal cabe as mil pessoas na plataformas devido o crescimento do usos das estacao para fazer o deslocamento de um bairro para o outro para ir ao trabalho

  4. Amigos, bom dia.

    O Programa Gestores na Estação é a prova de que a CPTM, pode ter gestores, mas a CPTM, NÃO faz gestão, portanto sequer conhece o óbvio e o diário, a exemplo da passarela.

    Pergunto a área técnica da CPTM, se ela avaliou as minhas duas sugestões para diminuir o vão e a altura entre o trem e a plataforma?

    Observando que as duas sugestões são públicas e foram postadas aqui no site do Diário de Transporte e a primeira eu também enviei à CPTM.

    Eu sei que administrar cansa, dada a rotina e a falta de apoio por problemas políticos, mas a CPTM tem de se virar no 29 (nos 30 todo mundo se vira no programa do Faustão), para fazer a gestão acontecer de verdade; afinal os passageiros pagam para utilizar os serviços da CPTM.

    Tanto a CPTM como o Barsil não precisam de programas precisa de ação e trabalho; tomando novamente a passarela como exemplo este é um problema público e notório, mas mesmo assim nada é feito.

    Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh

    “CUIDADO COM O VÃO E A ALTURA ENTRE O TREM E A PLATAFORMA” (problema que existe há mais de 60 anos.

    Sem contar que o vão existe até na natimorta Linha 13 Jade; a qual não é compartilhada com trens de carga e pelo menos esta “desculpa”, não cabe na Linha 13 Jade e principalmente por ser um projeto novo, o qual não deveria ter este problema, mas…

    E tem mais a CPTM tem de exigir e cobrar das empresas fornecedoras de trem, que passem a entregar os trens com uma pintura cuja composição da tinta seja resistente a intempéries e principalmente aos raios Ultra Violetas (UV); afinal os trens operam num país tropical.

    É só observar que há trens semi novos que já estão desbotando; a sucata espanhola nem se fala.

    É isso, não basta ter gestores, a CPTM tem de fazer GESTÃO.

    A CPTM não precisa de programas precisa é ser eficiente e eficaz.

    Att,

    Paulo Gil

  5. Fabrício de Godoy // 8 de junho de 2019 às 10:10 // Responder

    Eu moro ao lado da estação Piqueri, linha 7 rubi da CPTM, nessa estação não há nenhuma acessibilidade, o acesso para nós que moramos na Av. Raimundo P Magalhães é por um túnel e não há plataforma de acessibilidade para cadeirantes, idosos e pessoas com mobilidade reduzida, minha sogra além de idosa tem dificuldade para subir e descer escadas, por este motivo não consegue utilizar da estação, percebo também que o número de funcionários é bem reduzido e o único meio de acessar a estação é pela entrada da rua José Peres Campelo, ou seja nós que moramos do outro lado da linha do trem temos obrigatoriamente que passar pelo túnel, sair do outro lado e só assim entrar na estação, se eu quiser embarcar sentido Francisco Morato, preciso passar pelas catracas, e descer novamente para o túnel para atravessar para a outra plataforma, os sanitários também ficam apenas na plataforma sentido Luz.
    Espero que em breve os gestores da CPTM visitem nossa estação e não fique somente na visita, mas resolvam nossos problemas, principalmente no tocante à acessibilidade.

  6. Ednardo Ferreira // 9 de junho de 2019 às 06:47 // Responder

    Tem q vim em guaianases, com grande demanda de passageiros nem se quer tem um elevador para deficientes e nem mesmo escada rolante, lamentável esta cptm uma piada.

  7. Os gestores precisam visitar as estações Manoel Feio e Aracaré da linha 12 Safira. As mesmas não possuem elevador, escada rolante e nem acesso para PCD. Os seguranças tem que transportar os cadeirantes pelo meio da linha na estação Manoel Feio. Sem contar o grande número de ambulantes vendendo passagens na frente da estação.

  8. Tenho família nos arredores da estação e estou pasmo que não há mais mapa dos arredores, pois este foi utilizado por mim no fim de 2016 para localizar o endereço aonde fui buscar documentos. Mas será cúmulo de vandalismo, ou adesivaram outra informação por cima? Duvido nada dessa última.

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