Um dia após colisão, SuperVia restabelece circulação de trens em Saracuruna (RJ)

Foto: Divulgação.

Segundo a concessionária, embarques ocorreram normalmente nesta sexta-feira

JESSICA MARQUES

Um dia após uma colisão, a SuperVia informou que a circulação de trens foi restabelecida em Saracuruna, bairro do município de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro.

Os embarques ocorreram normalmente nesta sexta-feira, 29 de março de 2019, ao longo de todo o ramal, de acordo com a concessionária. Equipes técnicas foram enviadas para o local do acidente e trabalharam ao longo de toda a quinta, 28, para retomar o funcionamento do sistema.

Um trem descarrilou e colidiu contra um poste na manhã desta quinta, às 9h20. O acidente não deixou feridos, mas afetou o sistema de energia e suspendeu um trecho de Saracuruna.

“Devido a uma ocorrência com um trem em Saracuruna, o ramal está operando da seguinte forma: Gramacho-Central do Brasil = circulação normal Gramacho-Saracuruna = circulação suspensa Saracuruna-Guapimirim = circulação Suspensa Saracuruna-Vila Inhomirim = circulação suspensa”, informou a concessionária, na manhã de ontem.

Nesta quinta, porém, o informe da SuperVia nas redes sociais foi informando a normalização do sistema. “Passageiros, circulação restabelecida em todo ramal Saracuruna”.

TREM QUE MATOU MAQUINISTA AVANÇOU SINAL VERMELHO

Como noticiado pelo Diário do Transporte, dois trens se chocaram em fevereiro na Estação São Cristóvão, zona Norte do Rio de Janeiro. Com o impacto, uma das composições descarrilou e o acidente resultou na morte de um maquinista.

Após uma investigação realizada pela Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes), foi emitido um laudo mostrando que o trem que colidiu com outra composição avançou um semáforo vermelho momentos antes do acidente.

Ainda segundo o documento, o avanço teria acontecido em um trecho a aproximadamente 100 metros de distância da estação.

A SuperVia, concessionária que administra o sistema ferroviário na região metropolitana do Rio de Janeiro, informou que o acidente, na ocasião, ocorreu às 06h55, e envolveu uma composição do ramal de Deodoro e outra de serviço.

Bombeiros foram chamados para atender o maquinista de uma das composições, que ficou preso entre as ferragens por conta do violento choque entre as composições.

Relembre: Dois trens da Supervia se chocam em São Cristóvão

Após sete horas de resgate, o maquinista não resistiu e morreu. Ele chegou a ser retirado as ferragens, mas já inconsciente. Os socorristas tentaram reanimá-lo com massagem cardíaca, mas sem sucesso.

Relembre: Maquinista não resiste e morre sete horas após acidente de trens da SuperVia

Jessica Marques para o Diário do Transporte

 

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  1. me dói saber que os fluminenses ainda sofrem, como sofri aqui entre 90 e 93, quando ainda era CBTU. Hoje sou e estou muito orgulho de ter ajudado a criar a CPTM. Prá quem naõ sabe foi uma carta que enviei ao ex gov. Luiz Antonio Fleury em 91 expondo a situação que vivíamos, na linha extensa entre Mauá e Morato. Num dado dia ouvi na A VOZ DO BRASIL que o governador foi à Brasilia pedir as linhas do metropolitano para o estado administrar. Isso me deixou eufórico, pois sabia que algo de bom iria acontecer. e aconteceu,,,Foram tantas fotos de defeitos, lotação, abandono, descasos, e invasão de plataformas nas estações, surfistas de trens, mortes, atrasos,,,inumeras cartas, (que tenho aqui comigo), enviados ao palácio. E na gestão seguinte Mário Covas continuou o trabalho de reformas,,,Coisa que a moçada de hoje desconhece…A CPTM hoje é realidade, e uma empresa a qual me orgulho e sinto dono dela. (O ex governador Fleury saiu da política por pura decepção, e falta de reconhecimento da população).

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