Campina Grande aciona Justiça para evitar que cidade fique sem ônibus durante possível greve

Nos demais itinerários, a frota mínima estabelecida foi de 30%. Foto: Divulgação.

Segundo a ação, frota mínima deve ser de 60% para linhas que atendam hospitais e estabelecimentos de saúde

JESSICA MARQUES

A Prefeitura de Campina Grande, na Paraíba, acionou a Justiça para evitar a que cidade fique sem ônibus durante uma possível greve. De acordo com a ação, a frota mínima deve ser de 60% para linhas que atendam hospitais e estabelecimentos de saúde.

Nos demais itinerários, a frota mínima estabelecida foi de 30%. Caso a circulação não siga o que foi determinado pela Justiça, a multa diária a ser paga pelo sindicato dos rodoviários é de R$ 10 mil a R$ 300 mil.

O pedido foi feito pela STTP (Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande) e a tutela cautelar antecedente foi deferida pelo juiz do trabalho Rodrigo Anderson Ferreira de Oliveira.

Os motoristas de ônibus de Campina Grande, na Paraíba, fizeram uma paralisação de duas horas em 14 de março de 2019. Além disso, a categoria não descartou a realização de uma greve.

Os trabalhadores protestaram contra o atraso no pagamento dos salários dos motoristas e contra a  falta de entrega do auxílio alimentação.

Segundo o diretor institucional do Sitrans (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Campina Grande), Anchieta Bernardino, se até 20 de março não houver o pagamento do salário e a entrega do benefício, a categoria vai cruzar os braços.

Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2019/03/14/motoristas-de-onibus-de-campina-grande-pb-fazem-paralisacao-de-duas-horas-e-citam-possivel-greve/

Jessica Marques para o Diário do Transporte

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