CPTM vai pedir à Polícia Militar apoio no combate ao comércio irregular

Segurança leva chute no rosto. Ao menos 30 ambulantes fizeram embosca. Reprodução Redes Sociais – Clique para Ampliar a Imagem

Ontem, em Carapicuíba, agentes foram espancados por mais de 30 ambulantes

ADAMO BAZANI

A CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos vai pedir à Polícia Militar do Estado de São Paulo apoio para combater o comércio irregular nos trens e estações.

De acordo com apurações da Polícia Civil, os vendedores ambulantes têm usado redes sociais e aplicativos de mensagens para escapar de fiscalizações e até montar emboscadas contra os agentes de segurança da empresa de trens.

Nesta quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019, cinco seguranças foram agredidos com socos, pontas-pés, pedradas, pauladas no início da tarde na Estação Santa Terezinha, da linha 8-Diamante, em Carapicuíba, na Grande São Paulo.

Em torno de 30 vendedores ambulantes se organizaram e agiram em bando contra os profissionais, que ficaram feridos.

Os mesmos agentes participaram de uma apreensão de mercadorias vendidas ilegalmente no linha.

A agressão começou na plataforma e continuou nos trilhos.

As vítimas foram levadas ao Pronto Socorro de Carapicuíba.

Quatro ambulantes suspeitos foram identificados pelas câmeras e encaminhados para a delegacia responsável pela área.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. vagligeirinho disse:

    O pior é que não existe uma resposta fácil sobre o problema do comércio irregular nos trens.

    Isso na verdade é uma demonstração da falta de segurança que as estações e sistemas de transporte sofrem, e os riscos causados. Quem faz a ação de apreensão de ilegais na CPTM são empresas terceirizadas que agem como vigilantes de patrimônio. Nisso, as ações deles ficam em uma área cinzenta, difícil de monitorar e que gera uma ambiguidade: gera uma falsa sensação de segurança aliada a uma fácil ação de ignorância dos problemas. Muitos seguranças na verdade hoje tem medo de operar nestas linhas dada as ações dos ilegais. Há relatos de ameaças e perseguições, diga-se de passagem.

    Não entendo o porque de por exemplo, o Estado e/ou o governo federal criarem, ou melhor, readaptar a lei que prevê os serviços de Polícia Ferroviária. Alguns países tem esta figura que auxilia no impedimento de atos ilegais nas ferrovias e com isso também as protegem de vandalismo e outras coisas.

  2. Marcos disse:

    Prendam quem compra também !!!!

    1. Edinusa Vidal. Mota disse:

      Eles estão trabalhando nao roubando agora proibir não e justo quem compra e trbalhado também

  3. Afonso disse:

    Olha tem gente que vende por não ter outra opção como também tem bandido que vende mercadoria roubada! Ate a questão de vender não e tatão grave quanto espancar os seguranças, isso é formação de quadrilha, coisa de bandido, desta forma deixam um recado claro, querem ser tratados como bandidos!

    1. digorim disse:

      Ja acompanhei muitas agressões a ambulantes que não tinham nem como se defender, e o crime dele foi vender chocolate para sustentar a família, o crime começa quando o estado não trabalha para gerar mais empregos, o crime começa quando o estado não fornece saúde, educação ou vida de qualidade a o seus.
      neste caso o estado esta é o verdadeiro criminoso.

  4. Billy disse:

    Já que o estado não gera
    mais empregos, não fornecem saúde, educação nem por isso eu vou sair por ai agredindo as pessoas pai de família que estão ali cumprindo seu trabalho, nem por isso vou formar grupos para bater colocar medo e ameaçar os seguranças ou as pessoas isso é formação de quadrilha é ameaça, esses grupos de bardeneiros tem que ser tratado como bandidos é isso que eles merecem, se eles estão praticando comércio ambulante ilegal dentro do trem é proibido por lei, estão infringindo a lei deve ser tratado como bandidos. O rigor da lei para eles, os seguranças estão trabalhando, tem outros meios de gerar renda para eles levar o sustento de sua família não a qualquer custo, essa não é a forma correta.

  5. Alfredo disse:

    Muitos destes ambulantes não querem um emprego com carteira pra não ter que dar satisfação ao patrão, fazem uma baderna terrível como se estivessem na casa deles e o vagão fica cheio de lixo, além de prejudicar as lojas que pagam impostos, o Terminal São Mateus é igual, onde está a EMTU?

  6. Maicon Gonzales disse:

    Boa noite a todos(as). Me chamo Maicon, tenho 26 anos, sou estudante de Engenharia Civil, 7° semestre.
    Sou marreteiro ( ambulante ), nos trens da CPTM, tenho isso como minha principal e única renda.
    Eu fui agredido mês passado por 2 Policiais ferroviários com choques, socos, tapas no rosto, ameaças, etc. Isso em plena luz do dia, encaminhei vídeos e um relato do que tinha acontecido comigo para jornais de televisão para mostrar o abuso que nos ambulantes estamos sofrendo mais isso a mídia nao mostra, nao se pronunciam. Daí os ambulantes se revoltam por sofrer diversas vezes espancamentos, ai a midia quer mostrar, fica em cima, é claro que um erro nao justifica o outro, mais acredito que vocês da midia deveriam no mínimo dar atenção para aqueles pais de família que esta saindo de suas casas para trabalhar e voltam machucados para casa,.
    Se querem fazer esse papel de divulgação então que façam de forma integra mostrando também quando os erros partem pelos guardas e policiais ferroviários.
    Encontramos isso como um refúgio para fugir da crise do país, não estamos trabalhando nos trens por que queremos.

  7. Reinaldo disse:

    Mas a forma é íntegra, segundo a legislação é proibido comércio ambulante nos trens e estações. Se fosse legal faria sentido se importar com o lado do vendedor.

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