Prefeitura de Catanduva (SP) assina contrato emergencial com empresa de transporte público

Publicado em: 24 de dezembro de 2018

Neste Natal, os ônibus não circulam no município

JESSICA MARQUES

A Prefeitura de Catanduva, no interior de São Paulo, assinou nesta segunda-feira, 24 de dezembro de 2018, um contrato emergencial com a empresa que vai assumir o transporte público no município por seis meses. Trata-se da Tambaú Transportes e Serviços, que vai operar os ônibus na cidade nos próximos meses.

Há sete dias, a cidade está operando o transporte coletivo com uma frota de ônibus próprio, após o contrato com a antiga empresa vencer.

Por conta do esquema especial, os horários de operação estão sendo diferenciados. Nesta terça-feira, 25 de dezembro, os ônibus não circulam no município. Na quarta-feira, os ônibus voltam a funcionar das 11h30 às 22h.

O horário diferenciado ficará em vigor até que a nova empresa que ganhou a licitação assuma, o que, segundo a Prefeitura, deve acontecer em 15 dias.

O Diário do Transporte noticiou em 14 de dezembro de 2018, que a Justiça de Catanduva, interior de São Paulo, recusou o pedido de liminar da prefeitura da cidade que solicitava a manutenção do contrato do transporte coletivo com a empresa Jundiá, atual concessionária.

Relembre: Decisão judicial pode deixar Catanduva sem ônibus a partir de segunda-feira

Com a negativa, a empresa teve que interromper os serviços, uma vez que o contrato de concessão, assinado em 2008 venceu em 15 de dezembro.

A prefeitura queria postergar o serviço por mais seis meses, na ausência de outra empresa contratada para operar o sistema de ônibus da cidade.

CHAMAMENTO PÚBLICO:

A Prefeitura de Catanduva fez um chamamento público para empresas de transporte coletivo interessadas na prestação do serviço na cidade, em caráter emergencial no dia 18 de dezembro. O contrato será válido por até 180 dias, com início dos serviços em 15 dias.

Quatro empresas apresentaram propostas para assumirem o transporte coletivo em caráter emergencial.

Dentre as empresas, a Jundiá, que operava o transporte da cidade, ofertou o menor valor de tarifa, R$ 3,75, mas inseriu um subsídio para os passageiros isentos. Por esse motivo sua proposta foi descartada.

A segunda menor proposta foi da Tambaú, empresa de São Paulo, que ofertou R$ 4 por passagem.

Jessica Marques para o Diário do Transporte

Comentários

  1. Ailton disse:

    A empresa que prestará o serviços e de São Paulo e se chama Tambaú transportes serviços ltda-me.

  2. Cássio Rogério Sabino disse:

    Mas quem assumiu por 06 meses, a própria Jundiá ???

  3. Dores disse:

    Isso é um absurdo deixar uma cidade inteira sem transporte em um dia tão especial vai aqui meu protesto.

  4. Alexandre disse:

    Esqueceram de dizer justamente o nome da empresa que ganhou a emergencial….

    1. jessicabus disse:

      Olá, boa noite! A informação está no primeiro parágrafo =)

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