Custo de manutenção e reparo dos ônibus de Curitiba ultrapassou R$ 109 mil

Em 2016, foram causados danos a 655 veículos

Valor é justificado por 359 veículos danificados por atos de vandalismo em 2017

JESSICA SILVA PARA O DIÁRIO DO TRANSPORTE

O custo de manutenção e reparo dos ônibus de Curitiba, no Paraná, ultrapassou R$ 109 mil em 2017. De acordo com o Setransp (Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana), o valor justifica-se pelos 395 veículos danificados por atos de vandalismo no último ano.

Segundo informações do sindicato, em 2016, o que foi gasto com conserto de ônibus foi ainda maior, passando de R$ 155 mil. No ano, foram causados danos a 655 veículos, também de acordo com o sindicato.

O Setransp informou que atos de vandalismo geram outros problemas além dos custos com reparos. O sindicato das empresas citou o tempo que o veículo fica parado durante o conserto e o medo causado nos passageiros, que podem querer evitar utilizar o serviço de transporte.

A Urbs (Urbanização de Curitiba S/A) informou que atua na prevenção dos atos de vandalismo no transporte coletivo da cidade, com campanhas educativas e lembretes no sistema de som dos ônibus, com conetúdos de alerta sobre os impactos do vandalismo.

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Comentários

Comentários

  1. Daniel Duarte disse:

    Quando renovarem a frota, nos dias de jogos basta por as sucatas que temos hoje pra circular, daí preserva a frota nova. Esses atos de vandalismo ocorrem sempre em dias de jogos do Atlético, Coritiba e Paraná.

  2. MARCOS NASCIMENTO disse:

    A solução é mais simples ainda! Basta CURITIBA ter um prefeito macho de verdade e aprovar um regulamento da URBS que VEDA TRANSPORTE COLETIVO EM DIAS DE JOGO. Que os torcedores vandalos ou não sigam para os estádios a pé, de carro, de UBER ou de táxi!!!

  3. Rogerio Belda disse:

    A solução não é corriqueira. Imagina-se que o transporte coletivo publico é a “face do governo” a ser agredida queimando. Ocorre que os veículos são propriedade das empresas credenciadas ( “concessionários” ) e a tarifa é resultado do custo de investimento e da operação do sistema. Não há milagre: Dizia um ditado antigo” “Do couro sai a correia”. Rogerio Belda

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