EXCLUSIVO -ENTREVISTA: Busscar vende ônibus para Viação Osasco e produtos se chamarão Vissta Buss

Publicado em: 1 de março de 2018

Já foram definidos quatro modelos de ônibus rodoviários. Três deles começam a ser produzidos em meados de abril. Planta já está preparada

            ADAMO BAZANI

Especial

Sob a gestão de um novo grupo de investidores, a encarroçadora de ônibus Busscar nem começou a produzir sua linha de veículos, mas já realiza as primeiras vendas.

Após a confirmação da compra de uma unidade pela Viação Paraty, da região de Ararquara,no interior de São Paulo, foi a vez da Viação Osasco adquirir um ônibus da Busscar.

O veículo será usado para fazer linhas interminicipais seletivas na região metropolitana de São Paulo

A confirmação foi feita com exclusividade ao repórter Adamo Bazani, do Diário do Transporte, pelo diretor industrial da Busscar, Maurício Lourenço da Cunha, em entrevista por telefone na manhã desta quinta-feira, 01º de março de 2018.

“A Viação Osasco [foi a segunda compradora], com o veículo 340 motor traseiro, seletivo, que vai rodar na Grande São Paulo, linha da EMTU [Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos]. E nós seguimos conversando com outras empresas” – revelou.

Maurício Lourenço da Cunha também revelou à reportagem que depois de uma pesquisa de mercado será mantido o nome Vissta Buss nos modelos.

“Nós vamos começar com quatro modelos. Os três primeiros que nós vamos iniciar a comercialização são: Vissta Buss 360, Vissta Buss DD e o Vissta Buss 340 motor traseiro. Estes são os três primeiros. Logo na sequência virá o Vissta Buss 400, que é o LD.” – disse Maurício Lourenço da Cunha à reportagem.

OUÇA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA: 

 

 

Segundo Maurício, a manutenção do nome Vissta Buss foi uma resposta  para o próprio mercado.

“Nós consultamos vários clientes sobre um eventual nome novo do produto e nosso sentimento se confirmou que o Vissta Bus era o nome mais forte, com a melhor imagem” – complementou.

De acordo com o executivo, na segunda metade do mês de abril, os três primeiros modelos já estarão disponíveis para o mercado de transporte rodoviário por ônibus.  Na visão de Maurício Lourenço da Cunha, considerando a complexidade que é colocar uma empresa deste porte em funcionamento, tem sido razoável o tempo decorrido entre a assinatura do termo de posse da Busscar, em 12 de junho de 2017, e o início efetivo das atividades da fábrica.

“Foi um processo bem transparente. Quem não tivesse de acordo [com o negócio] poderia ter se manifestado e, a maioria, não [se manifestou contrariamente]. Daí para a frente começamos a trabalhar. Esse trabalho eu acredito que está caminhando bem. O nosso plano inicial era em 12 meses começar a produção e estamos trabalhando com uma boa possibilidade de em 10 meses iniciarmos a fabricação dos primeiros modelos. E se nós alcançarmos este objetivo de iniciarmos a produção ainda na segunda metade de abril, nós estaremos começando em 10 meses do dia que tomamos posse. Eu acho que é um prazo muito bom pelo porte da planta, pela quantidade de trabalho que teve de ser feito, pela quantidade de desenvolvimento, de mudanças, de alteração da fábrica de fibra de vidro do município de Rio Negrinho para Joinville, toda a readequação da fábrica, desenvolvimento de produtos, de fornecedores , enfim, frente a todo este trabalho, nós entendemos que o prazo está sendo muito bom” – explicou.

Assim, segundo o que o diretor industrial da Busscar contou ao Diário do Transporte, na segunda metade do mês de abril devem estar em produção os modelos Vissta Buss 360, Vissta Buss DD e o Vissta Buss 340. O Vissta Buss 400 deve estar em produção entre maio e junho.

O primeiro ônibus DD (Double Decker) – dois andares – será no padrão de 14 metros de comprimento, mas o segundo já vai ser no padrão 15 metros, que apresenta maior capacidade de passageiros e mais disponibilidades de configurações de serviços diferenciados.

Atualmente, foram flagrados alguns ônibus com carroceria Busscar circulando nas imediações da fábrica. Maurício explicou que são modelos antigos usados para testes para atualização de registro de homologações e adequações. O executivo disse ainda que os novos produtos terão soluções funcionais e estéticas modernizadas, mas sem perder o “DNA” das linhas e do acabamento da Busscar.

As principais montadoras já forneceram chassis para as homologações das novas carrocerias.

“Hoje nós temos aqui na empresa, chassi para rodoviário do 340 ao 380, um de cada marca: Mercedes-Benz, Scania, Volvo e Volkswagen MAN… Para o DD, nós já temos o Mercedes, o Scania e o Volvo já está a caminho.” – esclareceu Maurício Lourenço da Cunha.

O executivo disse ainda ao Diário do Transporte que atualmente são 180 funcionários atuando na Busscar, mas até o final do ano, a planta terá entre 500 e 800 funcionários diretos.

O estilo dos ônibus e a adequação do espaço físico da planta fabril já são fases já prontas para a Busscar começar a operar. Está em andamento o desenvolvimento de ferramental e dos novos moldes para as carrocerias.

Maurício Lourenço da Cunha explicou que acredita na continuação da recuperação do mercado de ônibus, que sofreu três anos de retração por causa da crise econômica brasileira e de questões específicas do setor, mas que esse processo de retomada será gradual. O mercado ainda aguarda as definições do quadro eleitoral.

O executivo fez questão de destacar novamente que a encarroçadora Caio não adquiriu a Busscar. A fabricante de carrocerias em Joinville foi comprada por um grupo de investidores, dos quais, alguns são sócios da Caio, instalada em Botucatu, no interior de São Paulo, e que tem como principal atuação o segmento de modelos de ônibus urbanos.

Entretanto, Maurício disse que a experiência destes investidores no setor de transportes é um ponto visto de forma favorável pelos empresários de ônibus e pelo mercado em geral.

“Em função de uma coincidência de vários acionistas da Caio, e também pelo fato de os principais executivos daqui [da Busscar] serem diretores da Caio, não há dúvida de que haverá muita sinergia entre as duas empresas” – disse Maurício Lourenço da Cunha, que é diretor industrial também da Caio.

BREVE HISTÓRICO:

A Busscar foi fundada oficialmente como Nielson no dia 17 de setembro de 1946, com iniciativa de Augusto e Eugênio Nielson que começaram uma pequena oficina em Joinville, atuando na construção de móveis e utensílios e fazendo reparos em carrocerias de caminhões e cabines. Em 1948, a Nielson fez seu primeiro veículo de transporte coletivo, uma jardineira – ônibus simples feito de madeira. O veículo da Nielson foi uma encomenda da empresa Abílio & Bello Cia Ltda, que fazia a linha Joinville – Guaratuba, em Santa Catarina.

Foi na época do surgimento empreendimento dos Nielson, que o Brasil começava assistir mais intensamente o crescimento das cidades e também das relações comerciais entre as diferentes localidades. Tudo isso demandava uma maior oferta de transportes. Assim muitos empreendedores compravam chassis de caminhão, como da Ford e da GM, e precisavam transformá-los em ônibus para enfrentar as difíceis estadas de terra e verdadeiros atoleiros. Nesta época, a Nielson & Cia Ltda. tinha o comando do patriarca da família, Bruno, e do filho Harold.

Em 1958, um dos marcos para a Nielson foi o projeto de estrutura metálica para os ônibus.

No início dos anos de 1960, ganhavam as estradas os modelos Diplomata, carroceria de dois níveis que lembravam os Flxibles norte-americanos que, quando foram importados pela Expresso Brasileiro Viação Ltda eram chamados de Diplomata. A Nielson então conquistava definitivamente o mercado.

Nos anos de 1980, Nielson cresce mais e no segmento de rodoviário travava disputa acirrada com a Marcopolo e no segmento urbanos, a briga era com a Caio, praticamente de igual para igual.

A linha Diplomata tinha recebido novas versões e o Urbanuss ganhava atenção dos frotistas.

Por uma estratégia de negócios, a Nielson mudou a marca para Busscar. Inicialmete a marca foi conhecida como Busscar-Nielson. Surgiram os rodoviários El Buss e Jum Buss  e os urbanos da linha Urbanuss.

Em 2002, a Busscar começa enfrentar dificuldades financeiras. A família Nielson alegava problemas motivados pela variação cambial e também dificuldades de créditos, mas já havia também erros administrativos internos. O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social chegou a realizar empréstimos para empresa, que não foram plenamente honrados. A recuperação não foi plena, havendo novamente outro problema financeiro em 2004. A última crise da Busscar começou em 2008, quando a empresa começou a atrasar salários.

Em 2007, a encarroçadora de ônibus Caio, do Estado de São Paulo, já havia procurado sócios da Busscar para uma fusão. As negociações não avançaram.

Em janeiro de 2010, a Busscar criou um programa de demissões voluntárias para redução de custos. Ainda em crise, a empresa atrasou salários e benefícios, o que motivou uma greve em 15 de abril de 2010.

Em setembro de 2011, antes mesmo da falência da Busscar, sócios da Caio já tinham confirmado interesse na encarroçadora de Joinville. Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2011/09/28/busscar-caio-fala-em-primeira-mao-com-blog-ponto-de-onibus/

Em outubro daquele ano, porém, a Justiça indeferiu a proposta dos sócios da Caio que previa pagamento de R$ 40 milhões pelo complexo.

Para saldar dívidas, os primeiros bens da Busscar foram leiloados em setembro de 2011. A expectativa era arrecadar R$ 1,5 milhão, mas só foi possível conseguir R$ 21 mil.

No dia 3 de novembro de 2011, o juiz Maurício Cavallazi Povoas, da 5ª Vara Cível de Joinville,  aceitou o pedido de recuperação judicial feito pela Busscar. No dia 31 de dezembro de 2011, a empresa apresentou o plano.

No entanto, não houve os resultados esperados e o plano não se mostrou viável. Em junho de 2012, a Justiça determinou que fosse apresentado um novo plano.

Depois de uma dívida que se aproximou de R$ 2 bilhões, contando juros, impostos e débitos com fornecedores, trabalhadores e bancos, a empresa teve a falência decretada em 27 de setembro de 2012 pelo juiz Maurício Cavalazzi Povoas. A decisão, no entanto, foi anulada em 27 de novembro de 2013, após recursos judiciais. No entanto, os recursos caíram em 5 de dezembro de 2013. A família Nielson chegou a apresentar um novo pedido de recuperação judicial, mas o juiz Luis Felipe Canever, de Santa Catarina, após negativa por parte dos credores, decretou no dia 30 de setembro de 2014, nova falência da encarroçadora de ônibus Busscar, que já foi uma das maiores do Brasil.

Os negócios continuam na América Latina com a atuação em parceira de outros grupos, com destaque para as operações na Colômbia.

A Busscar Colômbia foi formalizada no ano de 2002 sendo fruto de uma aliança entre a indústria local Carrocerías de Occidente, empresa fundada em 1995, e a Busscar Ônibus do Brasil, fundada pela família Nielson em 17 de setembro de 1946.

Em 15 de fevereiro de 2012 foi anunciada a criação de uma joint venture formada pelos acionistas das duas gigantes da produção de carrocerias de ônibus: Caio e Marcopolo.

A parceria envolve a Twice Investimentos e Participações, integrada por acionistas da Caio Induscar, e a controlada da Marcopolo, Syncropats Comércio de Distribuição de Peças Ltda.

As empresas propuseram em fevereiro de 2013, à Quinta Vara Cível de Joinville, que cuidava do processo de falência da Busscar, o aluguel/arrendamento do Parque Fabril da companhia.

Para isso, pagariam um valor de R$ 300 mil por mês. – Relembre: https://diariodotransporte.com.br/2013/02/28/caio-e-marcopolo-querem-alugar-a-busscar/

Foram várias tentativas de leilão da Busscar, três somente em 2016. Todas esvaziadas. A cada uma delas, o valor caía.

– Primeira tentativa: 15 de março de 2016, as três unidades fabris (Unidade Joinville SC – Fábrica de Carrocerias / Unidade Pirabeiraba – Joinville SC – Fábrica de Peças / Unidade Rio Negrinho SC – Fábrica de Peças)  custariam R$ 369.305.922,65 (trezentos e sessenta e nove milhões, trezentos e cinco mil, novecentos e vinte e dois reais e sessenta e cinco centavos)

– Segunda tentativa: 29 de março de 2016.  O valor seria de R$ 221,5 milhões (incluindo ativos reivindicados na Justiça, e incertos) ou, na prática, R$ 176,5 milhões (descontados os ativos) por todas as empresas do grupo. – 60% do valor do primeiro leilão

– Terceira Tentativa: No dia 8 de julho, terminou sem lance o terceiro leilão da empresa. Seria aceita oferta de quantia igual ou superior a 49% do valor da avaliação- do primeiro leilão.  R$ 133.151.088,11. Também sem propostas.

No final de outubro de 2016, foi apresentada uma proposta de compra por R$ 67,15 milhões por um grupo de investidores com o objetivo de retomar as produções em meados de 2017.

Em dezembro do mesmo ano, foi liberado um lote de R$ 18 milhões para saldar parte das dívidas trabalhistas.

Também em dezembro de 2016, dois grupos internacionais, o português a Imparável Epopeia UniPessoal Ltda e o chinês Liaoyuan Group demonstraram interesse na compra da Busscar.

Em 07 de janeiro de 2017 terminou o prazo para as empresas estrangeiras apresentarem a documentação exigida.

A proposta ficou somente pelo grupo da Caio. No dia 08 de janeiro, advogado da Caio esteve em Joinville e confirmou valor proposto de R$ 67,15 milhões.

Em 21 de março de 2017, o juiz da 5ª Vara cível de Joinville, Valter Santin Júnior, aprovou em sentença definitiva a compra da Busscar por sócios da Caio, encarroçadora de ônibus de Botucatu/SP, que tem como principal sócio o Grupo Ruas, de empresas de ônibus de São Paulo. O valor da compro foi de R$ 67,15 milhões. O montante foi dividido em um sinal de R$ 9,4 milhões e mais 50 parcelas do restantepelos próximos quatro anos, compreende as unidades da Busscar em Joinville, Pirabeiraba e Rio Negrinho, assim como seus terrenos, edificações, maquinário e móveis, além da maca. As parcelas terão correção monetária.

No dia 22 de março de 2017, os sócio-diretores da Caio/Induscar Marcelo Ruas e Maurício Lourenço da Cunha foram à Joinville, em Santa Catarina e assinaram o documento de compra da Busscar, na 5ª Vara Cível na cidade.

Em 28 de março de 2017, a assessoria de comunicação da Caio informou, em primeira mão ao Diário do Transporte, que na compra também envolveu a marca Busscar.

No dia 29 de março de 2017, o Sindicato dos Mecânicos de Joinville decide não impugnar a venda. Mesmo o valor de R$ 67,15 milhões sendo bem abaixo que os débitos trabalhistas de R$ 250 milhões, a entidade disse acreditar ser a solução mais concreta de um problema que se arrasta há anos. Um eventual outro comprador, por exemplo, poderia não produzir mais ônibus, usando os imóveis para outros fins.

Em 12 de junho de 2017, os sócios da Caio assumem formalmente a massa falida da Busscar.

A nova administração da empresa lançou no ar um site para cadastramento de currículos para iniciar um processo de contratação.

Em 04 de julho de 2017, entrevista publicada no site Diário do Transporte, o diretor Industrial da Caio Induscar e um dos investidores da Busscar, Maurício Lourenço da Cunha, diz que Caio e Busscar poderão atuar em sinergia, trocando informações, conhecimentos, estruturas de distribuição e tecnologia, no mercado de transportes.

Em 30 de agosto de 2017, o diretor Industrial da Caio Induscar e um dos investidores da Busscar, Maurício Lourenço da Cunha, voltou a falar com o Diário do Transporte e revelou que a empresa já tinha 55 funcionários trabalhando, entre os quais, engenheiros para elaborar novos produtos.

Em 04 de outubro de 2017, representantes da Carbuss, empresa criada para a operar a Busscar e a marca, se reuniram com o secretário-ajunto da Secretaria da Fazenda de Santa Cataria, Rodrigo Prisco Paraíso, secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Estado de Santa Catarina, Carlos Chiodini, com o objetivo de acertar os detalhes da reabertura da fábrica. Também esteve no encontro, um dos donos da Exit Comunicação, agência responsável pela análise de mercado e projeto de atuação da nova Busscar, Paulino Duarte.

Em 01º de março de 2018, o diretor industrial da Busscar, Maurício Lourenço da Cunha, revelou ao Diário do Transporte que depois da compra de uma unidade pela Viação Paraty, de Araraquara, em janeiro, a segunda companhia a adquirir modelo da marca foi a Viação Osasco, para linha seletiva da EMTU, e que já tinham sido definidos quatros até então: Vissta Buss 360, Vissta Buss DD , Vissta Buss 340 motor traseiro a serem produzidos a partir da segunda metade de abril, e o Vissta Buss 400 LD entre maio e junho.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Comentários

  1. marcelo da silva disse:

    Adamo, você está de parabéns pela excelente entrevista e cobertura que tem dado aos assuntos relacionados à nova Busscar! Que bom saber que as coisas estão avançando e em breve teremos a marca Busscar novamente nas ruas. Já estou ansioso pra ver o resultado dessa atualização dos produtos e desde já, desejando muito sucesso nesse retorno! Forte abraço!

    1. blogpontodeonibus disse:

      Muito obrigado amigo pelo reconhecimento

  2. Everaldo disse:

    Melhor carroceria parabéns tem que vim mesmo

  3. Robério disse:

    Gostaria de saber Adamo se eles irao fabricar modelos urbanos ?

    1. blogpontodeonibus disse:

      Conforme em matérias anteriores, neste mesmo site, não, não devem fabricar urbanos

  4. jefferson santos da silva disse:

    será se vai ter o vissta buss 340 com motor dianteiro ?

    1. blogpontodeonibus disse:

      Num segundo momento

  5. ivanildo disse:

    seria interinteressante os executivos lançarem um concorrência interna entre a caio induscar e a busscar,no quesito transporte coletivo.pois as carrocerias do busscar urbanus sempre foi para o meu ponto de vista uma das carrocerias mais resistentes do mercado brasileiro,inclusive muito,mas muito superior as carrocerias caio e Marcopolo ,você pega um carro da busscar mais velho e uma da Marcopolo semi Novo e vc ve a diferença,a Marcopolo começa a bater muito cedo independente do tipo de terreno. fica ai minha opinião.

    1. William de Jesus disse:

      Foi criando uma concorrencia interna que empresas como a Apple quase afundaram! Acho que os executivos estão certos. Mesmo com todos os defeitos, é inegável que a Caio é uma boa carreceria urbana; o fraco dela é no setor rodoviário.

      Ah, e sobre a antiga Busscar, esqueça: ela não será a mesma de anos atrás

  6. Rodrigo Correa Martins disse:

    Entrevista excelente.. Parabéns Adamo !

    1. blogpontodeonibus disse:

      Obrigado amigo

  7. José Augusto de Souza Oliveira disse:

    Sensacional a entrevista Adamo, todas as dúvidas a respeito da nova Busscar foram sanadas. Meus parabéns!!!!!!!!!!!!!

    1. blogpontodeonibus disse:

      Obrigado amnigo

  8. caio disse:

    quero ver a gontijo que foi traducionalmente compradora dos produtos busscar ter o vissta buss 360 novinhos em sua frota

  9. Luciano Vicente disse:

    Parabéns Adamo pela excelente entrevista.

    1. blogpontodeonibus disse:

      Muito obrigado pelo reconhecimento

    2. Eduardo Costa disse:

      Pelo poder de barganha que eles possuem, não duvido nada que a Busscar produza um veículo exclusivo pra eles, vejam a última renovação, já saíram MP 1200 Paradiso com janelas de Viaggio. É a lei da oferta e procura, quem compra 50 carros numa tacada só ? Pouquíssimos clientes.

  10. Vcm disse:

    Parabéns Adamo por esta entrevista!!!
    Está até quentinha de tão nova que é.
    Um forte abraço e muito Parabéns!!!

  11. MarcoV disse:

    Parabéns, Adamo, pela entrevista bem completa e também para a nova BUSSCAR pela agilidade em retornar ao mercado.

  12. Jackson de sousa leite disse:

    Muito boa a Matéria Adamo realmente o Dario do transporte é o melhor veiculo que traz noticias do setor rodoviário e de passageiros merecia ter um espaço na TV. Quanto a Busscar poderia manter o nome Panorâmico DD e não podia perder a oportunidade de voltar com o modelo Micruss pois é a única carroceria que na minha opnião é a melhor montada sob chassi 3/4 e a única que faria frente ao concorrente senior…

  13. Jackson de sousa leite disse:

    Adamo acabei equecendo vi em um site que um empresário comprou a maxibus da mesma forma que a busscar vc tem noticias sobre a situação e provável inicio da produção ? e se possível traga noticias das novas encarroçadoras como a AMD que dizem estar mal das pernas etambem a Bepobus..

  14. Helio Joaquim disse:

    O que me preocupa e a busscar entrar em abrir ,e nao divulgar nenhum modelo com alteracaoes no design ,como foi anteriormente divulgado nesta entrevista.tudo que bom ,deve se mostrar.

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