EMTU deve lançar licitação de ponte para expandir VLT em São Vicente
Publicado em: 25 de dezembro de 2017
Edital deve ser publicado em janeiro. Obra é considerada essencial para terceira fase do Veículo Leve sobre Trilhos
ADAMO BAZANI
A EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos deve lançar em janeiro o edital de licitação do projeto básico para as obras de reforma da ponte sobre o Canal dos Barreiros.
Com a obra, será possível realizar a terceira fase da expansão do VLT – Veículo Leve sobre Trilhos da Baixada Santista.
O objetivo é reforçar a ponte, hoje em estado precário, para suportar o peso das composições.
O reforço será feito com uma estrutura metálica e, segundo a EMTU, não será necessária a interrupção do trânsito.
A terceira fase consiste na ligação do atual ponto final da linha, a Estação Barreiros, até a região de Samaritá, perto do limite com Praia Grande.
Para a EMTU, é mais rápido conseguir o licenciamento ambiental com a reforma da ponte do que construir um elevado específico para o VLT.
A terceira fase deve beneficiar 120 mil passageiros por dia, mas ainda não tem data para a conclusão.
Em março deve ser licitado o projeto executivo para só assim escolher a empresa ou consórcio responsável pelas obras.
Também no mês de março, a EMTU pretende licitar a segunda fase do VLT, abrindo os canteiros de obras entre o Valongo e a Avenida Conselheiro Nébias, em Santos.
Se não houver nenhum entrave na licitação, em setembro devem ser assinados os contratos para as obras, segundo a EMTU.
O projeto executivo deste segundo trecho foi revisto e apontou que por causa do atraso das obras, o trecho ficará 5% mais caro, passando de R$ 430 milhões para R$ 450 milhões. A segunda fase deveria ter sido concluída em 2015. Deste total, R$ 270 milhões serão para obras civis e a outra parte, em sua maioria, para desapropriações. Até a assinatura dos contratos, pode haver mais uma elevação nestes valores.
O Governo do Estado busca crédito para o financiamento das intervenções. As obras civis serão financiadas pela Caixa Econômica Federal e devem ficar prontas em dois anos.
Este segundo trecho deve ter oito quilômetros e 14 estações.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Amigos, boa noite.
A EMTOSA, precisa ser benzida, tá loko.
Quanta complicação para fazer um remendo numa ponte velha.
Implode essa velha e faz uma nova de uma vez.
Esse negócio de licença ambiental é passado é só aplicar o Princípio do Poluidor Pagador.
Paga que tá tudo certo.
Aqui em Sampa fizeram as pontes do Complexo Anhanguera com a Marginal Tietê funcionando e tudo e foi tudo muito rápido.
Contrata esta construtora que ela é boa e eficiente.
A engenharia civil no Barsil está avançada, num complica EMTOSA.
E vê se diminuam o intervalo do VLT, pois 10 minutos é muiiiiiiiiiiiiiiiito tempo.
SAI ZICA.
AGILIZA NÃO COMPLICA, SIMPLIFICA.
Att,
Paulo Gil
Olá !
Sendo realista, é visto que essa ponte não atende em sua plenitude a comunidade. Sendo uma via só para tranporte ferroviario e rodoviario. Nós ( A População da área continental de São Vicente ) pedimos um nova ponte capaz de suportar o fluxo.
Aproveitando o insejo gostariamos de salientar que segundo os projetos divulgados sobre a quantidae de estações para 3° Fase são muito inferiores a necessidade da população. Gostariamos de agregar a informação que é nitida a diferença de qualidade das obras realizadas na cidade de São Vicente X Santos. Por que, tal discrepancia ?
Att.
André Dos Anjos