Pistas do BRT Transcarioca sofrem por falta de conservação, denuncia Consórcio
Publicado em: 22 de novembro de 2017
Presença de buracos aumentou em 40% o tempo de deslocamento entre os bairros
ALEXANDRE PELEGI
O Consórcio BRT Rio divulgou nota em seu site (http://www.brtrio.com) sob o título “Pistas do Transcarioca sofrem por falta de conservação”.
Com a foto que ilustra esta matéria, o Consórcio afirma que o corredor Transcarioca está “com sérios problemas estruturais na calha”.
O corredor Transcarioca, inaugurado há três anos, apresenta problemas em vários pontos. Na nota, o consórcio destaca situações graves que existem há pelo menos seis meses.
Diz a nota:
A situação é tão caótica que, em alguns trechos, os motoristas dos articulados estão sendo obrigados, por questão de segurança, a fazer desvio na pista ou a reduzir a velocidade para menos de 20km/h. É o que acontece perto da estação Pedro Correa, em Jacarepaguá, sentido Alvorada. Lá, um bloco de concreto da via está solto e até parte do ferro já aparece. A situação se arrasta há pelo menos seis meses.
Caso semelhante acontece na altura da estação Pinto Teles, em Campinho, também sentido Alvorada. São pelo menos três buracos na pista de concreto. Além de colocar em risco passageiros e condutores, essas crateras atrasam as viagens, porque o tempo do percurso aumenta. O Consórcio BRT estima que, em alguns serviços do Transcarioca, a presença de buracos aumentou em 40% o deslocamento entre bairros. Importante lembrar que o Transoeste está com o mesmo cenário de degradação da pista e que os reparos, por contrato, devem ser feitos pela Prefeitura do Rio de Janeiro.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transporte



Amigos, bom dia.
Fazer BRT é fácil.
Manter é que é o problema.
TRABALHA BARSIL.
Att,
Paulo Gil
Tá na hora do Sr. Eduardo Paes explicar como que uma estrutura de concreto que em rodovias preveem um tempo de vida útil de 40 anos, se degrada em tão pouco tempo.