OUÇA: Volare estima crescimento de 20% neste ano e mais 15% em 2018
Publicado em: 3 de novembro de 2017
Licitação dos ônibus na Capital Paulista e melhores perspectivas para o fretamento estão entre os fatores para expectativa de mais negócios
ADAMO BAZANI
A Volare, unidade de ônibus leves da Marcopolo, estima fechar o ano, mesmo em época de retração econômica, com alta de cerca de 20% em relação a 2016.
A previsão é do gerente nacional de vendas da Volare, Sidnei Vargas, em entrevista ao Diário do Transporte, durante o evento Brasil Fret, da ANTTUR – Associação Nacional dos Transportadores de Turismo e Fretamento e o 18º encontro de empresas da Fresp – Federação das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento do Estado de São Paulo.
O executivo acredita também que em 2018, a Volare vai registrar números positivos.
“No ano de 2017, a gente planejou um volume de produção e já dá para afirmar que enxergamos um crescimento, com base em 2016, na ordem de 18%, 20% ou 21%, pelos números de negócios que já fizemos e os que a gente vai materializar ainda neste ano. Estamos já sim planejando o ano de 2018 e, neste planejamento, obviamente acompanhando toda a perspectiva de otimismo que começa a surgir, nós também estamos otimistas e projetamos um crescimento na ordem de uns 15% para o ano que vem para nosso segmento” – acredita Sidnei.
O executivo da Volare destacou ainda que alguns segmentos foram mais prejudicados pela crise econômica, como o de fretamento voltado para indústria e para a construção civil. Em 2013, o segmento de fretados representava 60% das vendas e todo portfólio da Volare. Este número caiu para 30% hoje.
Entretanto, algumas atividades relacionadas ao fretamento impediram que a queda fosse maior, como o agronegócio.
“Como se fosse num outro mundo, a gente teve supersafras neste período da crise e, aí, combinado com o fato de órgãos, como o Ministério Público Federal exigindo uma adequação no transporte rural, diante desse crescimento do agronegócio, aumentou também a movimentação de vendas neste segmento de fretamento rural. É como se fosse um subsegmento, um nicho do fretamento. O fretamento rural para nós teve crescimento. O fretamento para a indústria caiu muito, mas isso foi minimizado pelo fato de a gente ter no portfólio um modelo específico para o transporte rural, com bloqueio de diferencial e tração 4X4” – disse.
Entre os mercados destacados para o fretamento rural estão o interior de São Paulo, Alagoas, Pernambuco, Alagoas, Paraná, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
ÔNIBUS EM SÃO PAULO:
A exemplo de praticamente todas as fabricantes de chassis e carrocerias, a Volare, que vende ônibus de pequeno porte montados sobre chassis Agrale ou Mercedes-Benz, também está de olho na licitação dos transportes da capital paulista.
Além do volume de ônibus em São Paulo ser muito grande (hoje a frota é de em torno de 15 mil veículos), a cidade acaba sendo uma vitrine para as demais prefeituras. Assim, estar no sistema da capital paulista, pode significar bons negócios para toda a América Latina.
A Volare conseguiu homologação de todos os veículos que pretendia para o sistema gerenciado pela SPTrans, entre eles o elétrico feito em parceria com a chinesa BYD, em Campinas; o Acess (mini ônibus de piso baixo) o W9C (mini ônibus de 9,2 toneladas com chassi Agrale) e o DW9 (mini ônibus na categoria 9 toneladas de chassis Mercedes-Benz).
“Estamos bem atentos a tudo o que acontece no sistema de ônibus da cidade de São Paulo, que sempre foi e é o que inicia as novas tecnologias e inovações no País. E hoje a gente tem todo um portfólio para atender a este segmento urbano. Nós temos quatro produtos hoje homologados pela SPTrans e prontos para serem negociados para São Paulo. Sair a licitação é fundamental para renovação da frota, mesmo porque, até para financiar um ônibus, os bancos e agentes financeiros exigem a legalidade do sistema, o que é muito importante para o analista de crédito” – complementou.
Apesar de haver a expectativa de redução no número de ônibus de pequeno porte, com a troca por modelos mídis, os chamados micrões, ainda assim haverá espaço para os micros e minis, pelo fato de algumas linhas da capital serem operadas em áreas de difícil acesso, que só comportam ônibus pequenos.
A licitação de São Paulo está atrasada há mais de quatro anos. Em 2013, era para ser realizado o certame, mas a prefeitura recuou diante das manifestações contra o valor da tarifa e pelo passe livre. Depois houve entraves burocráticos, como em relação a bloqueios pelo TCM -Tribunal de Contas do Município, que viu irregularidades nos editais lançados ainda pela administração do ex prefeito Fernando Haddad.
Segundo a gestão do atual prefeito, João Doria, falta agora a Câmara Municipal definir um cronograma de substituição de ônibus diesel por modelos menos poluentes, alterando um artigo da Lei de Mudanças Climáticas para que a prefeitura finalmente lance novos editais.
OUÇA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA:
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Amigos, bom dia.
O único Volare show é o Acess com motor traseiro, mas mesmo assim precisa otimizar o salão e infelizmente esse Sampa não irá comprar.
O Volarão da BYD esse é que Sampa não vai comprar tão cedo.
A licitação de Sampa só será assinada após a eleição presidencial e com certeza somente próxima gestão municipal.
Pode até publicar nesta Jestão, mas nest Jestão NÃO ASSINA NÃO.
Previsivellllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll
O álibi é o buzão verde, mas o buzão verde não vai entrar na próxima licitação de Sampa pois ainda há muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito problemas quanto ao seu custo / remneração.
Mai uma…
PREVISÍVELLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL
Att,
Paulo Gil
Infelizmente tá difícil para marcopolo/neobus aqui em sampa. Também acho difícil sair licitação e esse prefeito turista acha que as coisas acontecem só pelo seu desejo. O grupo predoninante ruas/induscar/ caio para mim ta focado em vender bus e não operar. Soma com as multas milionárias do tcm + as dívidas com a previdência + não poder operar em vários lotes. Os acordos com as antigas cooperativas que tão comprando praticamente só caio que acho uma grande contradição já que se dependesse dos ruas nunca teriamos. Mais acordo com o restante dos empresários que ultimamente só caio também. Junta com a crise nacional dos urbanos com destaque para o RJ que após licitação as empresas tão falindo. Algumas capitais que ninguém se interessou e Blumenau cidade grande porte que só uma e do jeito que quis
Se a Volare se propusesse a vender ônibus com tecnologia Euro6 com filtro para SP, ia vender muito, pois saltaria na frente dos concorrentes no atendimento das metas de redução de emissões.E outras grandes cidades iriam no rastro
Olimpio Alvares, bom dia.
Tai, gostei, ótima a sua ideia.
Pena que a cabeça de qualquer montadora seja dos brutos seja dos leves, é igual bunda de nenên, nunca sabemos o que sairá delas.
Rssssssssssssssssssssssssssss
Isto seria uma “caminhão de água gelada” na cabeça nos elétricos à bateria e aos gasosos; deixariam eles para 2099 e olha lá.
Abçs,
Paulo Gil