Micros e micrões elétricos nos planos do mundo

Modelos são indicados para serviços alimentadores

Empresa na Holanda comprou de uma só vez, 21 unidades de fabricante chinesa

ADAMO BAZANI

Um dos obstáculos alegados para que não seja implantado em curto prazo um novo cronograma de ônibus menos poluentes na Capital Paulista é que ainda há poucas opções no mercado brasileiro de micros ou mídis (micrões) com tecnologias alternativas ao óleo diesel.

Proporcionalmente, no Brasil, um ônibus de pequeno porte custa mais caro que um ônibus padron, articulado e biarticulado, que não dependem exclusivamente de combustível fóssil para se movimentar.

Mas em diversas partes do mundo, em especial na Ásia e Europa, esse problema já foi superado, inclusive com incentivos do poder público. Prova disso é a feira internacional de Transportes Busworld Show 2017, realizada na Bélgica.

Ônibus de pequeno e médio portes, para linhas alimentadoras de grandes sistemas de transportes, têm cada vez mais chamado a atenção de operadores privados e públicos e, no evento, alguns negócios foram fechados.

A chinesa BYD, que também tem uma planta no Brasil, anunciou a venda de 21 unidades de pequeno porte, lançado na feira, para a Connexxion, da Holanda. Os veículos devem começar a circular em meados de 2018.

O modelo é totalmente elétrico e tem comprimento total de 8.75m, duas portas e bancos para 26 passageiros (com uma capacidade total para cerca de 50 passageiros).

Outras marcas, como Van Hool, Iveco, Daimler e Volvo também apresentaram modelos de ônibus de porte reduzido ou médios com tecnologias alternativas ao diesel.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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Comentários

Comentários

  1. Marcos disse:

    Eu vejo aqui um certo loby em prol do ônibus elétrico!
    Alem do custo mais auto dos ônibus elétricos, temos o problema de geração de energia elétrica basta vermos que estamos pagando bandeira vermelha na tarifa da conta de luz, antes de se falar em trocarmos os ônibus a diesel por elétrico é preciso aumentar a oferta dessa energia!
    A cidade de São Paulo tem muitos problemas pra ficar servindo de laboratório para desenvolvimento de tecnologia, e o que é pior vamos pagar para ajudar aperfeiçoar a uma tecnologia que depois ainda pertencerá a empresas estrangeiras!

  2. edgardo disse:

    E verdade! Alem do prejudicial que é q fabricação dos ônibus elétricos, e que ninguém fala, alem da destruição prematura dos pavimentos e da máxima geração de particulado dos pneus, lonas de freio e pavimento mais do que ônibus convencional,e esse particulado não pode se conter com nada, a diferencia dos particulados do escapento! Aqui a única solução viável e o biometano, ou biodiesel hidrogenado! Como elétrico pode ser viável algum sistema de trólebus! Mas ônibus a bateria é uma grande droga, trocar a frota por bsteria e comprar um problema que vamos ter daqui a 20 anos!

  3. Paulo Gil disse:

    Amigos, boa noite.

    Eu sempre disse que o futuro do buzão são os micros.

    Tai, agora não fui eu quEm disse.

    PREVISIVELLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

    Att,

    Paulo Gil

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