Principal reivindicação de motoristas e cobradores, câmera em teste flagra arrastão em ônibus de Curitiba
Publicado em: 17 de outubro de 2017
As imagens mostrando o momento da ação foram divulgadas pela Viação do Sul, empresa proprietária do ônibus
ALEXANDRE PELEGI
Desde o início da onda de violência no transporte público de Curitiba e região, que já vitimou três pessoas em 2017, o Sindicato de Motoristas e Cobradores (Sindimoc) vem colocando como principal reivindicação a instalação de câmeras no interior dos ônibus.
A Comec – Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba, que gerencia o transporte na Região Metropolitana da capital paranaense, vem testando câmeras nas linhas intermunicipais há cerca de um mês. E foi num desses testes que no último dia 11 de outubro dois homens armados com facas foram flagrados num arrastão em um ônibus da linha Curitiba/Tamandaré/Minérios.
As imagens mostrando o momento da ação foram divulgadas pela Viação do Sul, empresa proprietária do ônibus, nesta segunda-feira (dia 16), e mostram os assaltantes levando pertences de funcionários e passageiros.
Para o Sindimoc, este caso “reitera como as filmadoras seriam importantes em todos os ônibus para facilitar o combate aos arrastões diários”.
Na capital Curitiba, no entanto, não há previsão para este sistema seja instalado nos ônibus, mesmo isso sendo obrigatório segundo determina a lei municipal 13.885/2011. A Urbs, que gerencia o transporte público na capital, alega não ter recursos para a instalação dos equipamentos.
Segundo a empresa, isso seria viável somente a partir da renovação da frota, fato que não acontece desde 2013, já que as empresas de transporte de Curitiba estão desobrigadas a trocar os veículos por decisão judicial. A decisão atendeu a um pedido das empresas, que alegaram desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão.
Como as duas coisas estão ligadas – instalação das câmeras e renovação da frota -, a capital Curitiba não tem data para ter o sistema.
Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes



Amigos, boa noite.
É a síndrome do filme, que de nada adianta.
Eu tenho o filme do meu assalto em 22.02.17 aqui em Sampa.
E dai ??
O prejuízo só eu que paguei e ainda tenho de pagar, porque deixaram meu carro batido e ainda por cima
a concessionária se negou a comprar meu carro pois no prontuário do veículo consta o roubo, apesar de tudo devidamente regularizado junto ao Detran e a Polícia Civil.
Além do prejuízo do assalto ainda tenho um carro marcado que terá um deságio por constar o roubo.
O nosso problema é que temos um ESTADO MORTO.
Filme não serve pra nada, exceto para aumentar o faturamento das empresas que fabricam equipamentos e instalam os mesmo.
Precisamos é de um ESTADO VIVO, filmes temos diariamente, se quiserem posso enviar o meu.
Mas..
O BARSIL TÁ MORTO.
E ladrão por ladrão, tá tudo empado e impune.
A única vítima em todos os sentidos somos nós contribuintes.
Lembrando que a PMSP ainda não devolveu o MEU saldo de R$ 20,00 que estavam creditados no meu BU.
Fui roubado 2 vezes, pelo ladrão e pelo município.
E a impunidade tá ai na PIZZA.
Precisamos é de vergonha na cara do Estado.
Mas acho mais fácil voltarmos ao FAR WEST, mas melhor mesmo a LEI DE TALIÃO.
Olho por olho, dente por dente.
Att,
Paulo Gil
Preciamos ter o direito de portar arma e reagir aos assaltos.