Doria sanciona lei que autoriza concessão de terminais e Bilhete Único

Prefeito estima que o programa de desestatização pode gerar um impacto financeiro de R$ 5 bilhões até 2020 por conta da redução de despesas e do aumento da receita

ALEXANDRE PELEGI

Agora é lei: a prefeitura de São Paulo está autorizada a conceder à iniciativa privada a gestão do Bilhete Único e dos terminais de ônibus urbanos da capital.

O prefeito João Doria sancionou na manhã desta quarta-feira (4) a lei do pacote de concessões que inclui também parques, mercados praças, planetários, o Mercadão Municipal e o Mercado Kinjo Yamato, na região central.

A expectativa de Doria é que a partir de 2018 o pacote, que ele chama de “desestatização”, comece a dar resultados.

Segundo o prefeito, o programa pode gerar um impacto financeiro de R$ 5 bilhões até 2020 por conta da redução de despesas e do aumento da receita. Estes recursos serão direcionados a áreas prioritárias, como saúde e educação.

A lei sancionada pelo prefeito foi aprovada em setembro pela Câmara Municipal, com 38 votos favoráveis e 13 contrários.

Até o final do ano serão lançadas licitações para contratação dos serviços previstos no pacote de concessões. Enquanto isso, a prefeitura abriu chamamentos públicos para receber projetos e sugestões para a definição das regras das parcerias.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transporte

1 comentário em Doria sanciona lei que autoriza concessão de terminais e Bilhete Único

  1. Amigos, boa noite.

    Teoricamente, sem problemas.

    Mas, na prática NÃO DARÁ certo.

    PREVISIVELLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLLL

    Conforme consta no post acima:

    “Até o final do ano serão lançadas licitações para contratação dos serviços previstos no pacote de concessões.”

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkkk

    Cadê a VELHA licitação do buzão de Sampa.

    Sem contar que licitação é coisa do passado, tá mais do que provado que não dá certo mais no mundo contemporâneo, ainda mais num pais inflacionário e instável economicamente.

    Em pleno 2017 a PMSP ainda acredita que a iniciativa provida vai assumir as obrigações sociais do Estado e ainda por cima vai trabalhar sem ter lucro.

    Depois da lava jato, não tem mais como operar com a Planilha “B”.

    Portanto…

    Mais uma ação e uma lei NATIMORTA.

    Depois não digam que o Paulo Gil não avisou.

    Att,

    Paulo Gil

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