Marcopolo cria comitê de retomada por causa de incêndio, diz diretor geral em vídeo
Publicado em: 6 de setembro de 2017
Francisco Gomes Neto não informou previsão de retorno total às atividades. Laudo sobre possíveis causas do incidente só deve ficar pronto em um mês
ADAMO BAZANI
A encarroçadora de ônibus Marcopolo, que teve a unidade de plásticos da planta de Ana Rech, em Caxias do Sul, destruída no último domingo, 3, por um incêndio, ainda não tem data para o início da normalização da produção dos veículos.
Como no galpão atingido são produzidos materiais considerados essenciais para o acabamento dos ônibus, foram prejudicadas as atividades nas unidades Ana Rech e na Planalto, também em Caxias do Sul.
O diretor-geral da companhia, Francisco Gomes Neto, em vídeo para o mercado e para os funcionários, disse nesta quarta-feira, 6 de setembro de 2017, que a companhia criou um “comitê de retomada” para que atividades atividade voltem ao normal o mais rapidamente possível. O executivo não arriscou uma previsão no vídeo.
“Criamos um comitê de retomada, com oito frentes de trabalho, para avaliar a situação e encontrar uma alterativa para restabelecer os processos produtivos rapidamente. Vamos voltar às nossas atividades de forma estruturada, mantendo como prioridades a segurança das pessoas e a qualidade de nossos produtos” – disse
No último domingo, 3, por volta das 16h, a unidade de plásticos foi atingida por um incêndio que durou mais de três horas.
Por causa da quantidade de produtos inflamáveis, como plásticos, fibras e papelão, as chamas se alastraram rapidamente. Além de toda a corporação de Caxias do Sul, foi necessária a intervenção de equipes de cidades próximas.
Ninguém ficou ferido gravemente.
Nesta segunda-feira, a Polícia Civil, com apoio do Corpo de Bombeiros, realizou uma perícia no local.
O laudo deve ser concluído em aproximadamente 30 dias.
Numa análise preliminar, os Bombeiros acreditam que a causa tenha sido acidental, mas também analisaram as condições da instalação elétrica do galpão.
A Marcopolo ainda não divulgou nenhuma estimativa quanto ao total de prejuízo.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Amigos, bom dia.
Se os moldes ficaram ilesos ou têm duplicatas, é só terceirizar e o momento é favorável a isto.
Agora se não tem molde duplicata ou reserva, ai o bicho vai travar.
Uma solução instantânea é recomprar as peças de reposição das lojas, pelo menos alguns buzões da para produzir.
Um vácuo na produção já ficou, este é irrecuperável.
Matemática pura.
Att,
Paulo Gil