Editais da licitação para obras em dois trechos do Corredor de ônibus Itapevi-São Paulo serão publicados neste sábado
Publicado em: 1 de setembro de 2017
Segundo EMTU, concorrência é para trechos entre Jandira e Carapicuiba e Carapicuiba a Osasco
ADAMO BAZANI
A EMTU – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos anunciou que neste sábado, 02 de setembro de 2017, vai publicar os avisos de licitação para contratação das obras nos trechos entre Jandira e Carapicuiba e Carapicuiba a Osasco do Corredor Metropolitano Itapevi-São Paulo.
Com a conclusão destas extensões, o corredor, que está em atraso de mais de três anos, vai avançar e poder atender mais passageiros.
O Corredor Itapevi-São Paulo deveria ter sido totalmente entregue, de acordo com a previsão inicial, em 2014. A última previsão era final de 2017, depois o Governo do Estado falou que as obras estariam prontas em junho de 2018 e, agora, a estimativa foi para dezembro de 2018.
Em nota, a EMTU informa as extensões e os custos das obras de cada um dos trechos. Os passageiros deverão contar com estes espaços somente no ano que vem.
As obras do trecho Jandira-Carapicuiba, com 8,8km, estão estimadas em R$ 45 milhões e incluem o Terminal Carapicuíba, uma estação de transferência e nove estações de embarque e desembarque. O início das obras está previsto para dezembro de 2017 e a previsão de conclusão é dezembro de 2018.
No trecho Carapicuiba – Osasco (km 21), com 2,2km e 65% das obras já concluídas, o investimento previsto é de R$ 66,5 milhões. Será construído o Viaduto Carapicuiba, além de alças de acesso e duas paradas. As obras têm previsão de início em dezembro de 2017 e deverão ser concluídas em dezembro de 2018.
O corredor foi anunciado em 2010 e deveria ser entregue, com todos os trechos prontos, em 2014.
O traçado do Corredor Metropolitano Itapevi – São Paulo, de 23,6 km, começa junto à Estação Itapevi, da CPTM, passando por Jandira, Barueri, Carapicuíba, Osasco e São Paulo, onde futuramente será integrado com os ônibus municipais de São Paulo no Terminal Amador Bueno (Vila Yara). O projeto foi dividido nos seguintes trechos: Trecho Itapevi – Jandira (5 km) – Inclui a construção da Estação de Transferência Itapevi, sete estações de embarque e desembarque, viaduto sobre a Rua Ameríndia e passarela sobre a via férrea
Quando estiver totalmente pronto, o corredor deve atender a cerca de 100 mil passageiros por dia.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes



Amigos, bom dia.
Edital pra que ???
Não é só acabar o que esta INCABADO ????
Esse trecho eu conheço na palma da minha mão.
Isso ainda vai demorar um tempão se sair é claro.
Se onde era mais fácil e reto, fizeram bobódromos, quero ver aonde é mais complexo.
Esquece, nem em 2099.
E tem mais, para essa obra ficar legal mesmo o Terminal Vila Yara tem de ser transferido para cima da estação Presidente Altino da CPTM.
Ou no 18, sair dois corredores, um diretão pela rua da Estação até o Terminal Altino e outro no caminho da roça pela Autonomista, mas indo diretão até o Terminal Pinheiros com uma ponte a partir da Vital Brasil,
Mas isso é muita modernidade para os JURÁSSICO, ou até absurdo né.
De que adianta o Terminal Pinheiro “isoladão” do lado de lá do Rio Pinheiros ??
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Mas isso só o Paulo Gil enxerga
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
MUDA BARSIL
Att,
Paulo Gil
“Buzão e Emoção é a Paixão”
Ah, Paulo Gil! Discordo de Corredor EMTU, pela Rua da Estação, até Pres. Altino. A melhor coisa a fazer é induzir a Prefeitura de Osasco a faze-lo, com recursos do Governo Federal. Aquelas bandas traseiras são muito paradas e só servirão aos passageiros em trânsito.
Sergio Misael, boa tarde.
É isso mesmo, é para os passageiros em trânsito para dar escoamento e sair do pinga inga a cada 600 metros..
Mas lei o que eu também escrevi acima e copio aqui, pode ser as 2 opões.
“Ou no 18, sair dois corredores, um diretão pela rua da Estação até o Terminal Altino e outro no caminho da roça pela Autonomista, mas indo diretão até o Terminal Pinheiros com uma ponte a partir da Vital Brasil.”
Abçs,
Paulo Gil