VLT do Rio passa a circular com intervalos mais curtos entre as composições
Publicado em: 11 de julho de 2017
Mudança pode ser sentida com maior impacto na linha 1 (Rodoviária-Santos Dumont), onde o tempo de espera cai quase à metade, de 13 para 7 minutos, no período entre 8h e 18h
ALEXANDRE PELEGI
Desde hoje o VLT do Rio de Janeiro passou a rodar com intervalos mais curtos. Essa mudança pode ser sentida com maior impacto na linha 1 (Rodoviária-Santos Dumont), onde o tempo de espera cai quase à metade, de 13 para 7 minutos, no período entre 8h e 18h. A redução do intervalo se dá ao longo de todo o trecho.
Com a unificação do intervalo os VLTs que partem do Santos Dumont seguem até a Rodoviária sem a necessidade da linha auxiliar que circulava somente até a Parada dos Navios.
A concessionária VLT Carioca, que opera o modal, informa que a redução dos intervalos acontece cerca de um mês após o início de operação das paradas Providência e Harmonia, na Gamboa.
A circulação do VLT em via única nos dois sentidos, somado à rápida adaptação da população às mudanças de trajeto, teriam possibilitado a redução do tempo de viagem e o avanço da operação, informa a VLT Carioca.
Na linha 2, que faz o trajeto Saara até a Praça XV, o intervalo entre as composições cai um pouco menos, de 13 para 8 minutos, nos horários de pico (das 7h às 9h30 e das 17h às 19h30). Esta redução vai melhorar a integração com a linha 1 e a conexão com as barcas, acredita a concessionária.
Com a redução dos intervalos, cerca de 40% no tempo de intervalo entre Rodoviária e Parada dos Navios, promoverão um significativo aumento na oferta diária de viagens. A VLT Carioca estima que serão cerca de 80 viagens a mais por dia integrando Centro e Região Portuária, e 40 viagens a mais na linha 2, que corta o Centro Histórico.
Alexandre PelegI, jornalista especializado em transporte



Amigos, boa noite.
7 minutos ainda é muito.
Tem de ser menos de 5, no mínimo.
Querem ou não querem estimular o transporte público ???
Depois não sabem porque ninguém deixa o carro em casa.
Hoje o mundo é ZAP ZAP.
Att,
Paulo Gil