CPTM abre licitação para exploração de áreas comerciais em 4 linhas

Quem vencer a concorrência poderá instalar lojas, quiosques e balcões, e explorar local por 3 anos. Edital pode ser consultado no site da CPTM

ALEXANDRE PELEGI

A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) abriu licitação para instalação de áreas comerciais em 4 linhas.

Distribuídos em mais de dez estações, os espaços disponíveis poderão ser utilizados por 3 anos para a instalação de lojas, quiosques e balcões de tamanhos diversos. As linhas com espaços disponíveis são a 7-Rubi; 9-Esmeralda; 10-Turquesa e 11-Coral.

Quem vencer a concorrência poderá utilizar o local por 36 meses. São lojas, quiosques e balcões de diversos tamanhos.

O edital pode ser consultado no site da CPTM: http://www.cptm.sp.gov.br/licitacoes, no item “Concorrência”.

Veja abaixo a relação dos espaços comerciais disponíveis, distribuídos por linhas:

Linha 7-Rubi (Luz / Francisco Morato / Jundiaí): Lapa, Pirituba, Vila Aurora, Perus, Franco da Rocha e Campo Limpo Paulista. Proposta deverá ser apresentada em 27/06;

Linha 9-Esmeralda (Osasco / Grajaú): Jurubatuba. Proposta deverá ser apresentada em 28/06;

Linha 10-Turquesa (Brás / Rio Grande da Serra): Prefeito Walter Braido-São Caetano e Tamanduateí – data para apresentação de proposta: 28/06; Utinga, Prefeito Saladino, Santo André, Ribeirão Pires – Proposta deverá ser apresentada em 27/06.

Linha 11-Coral (Luz / Guaianazes / Estudantes): Guaianazes – Proposta deverá ser apresentada em 29/06.

Alexandre Pelegi, jornalista especializado em transportes

4 comentários em CPTM abre licitação para exploração de áreas comerciais em 4 linhas

  1. Pelo prazo de 3 anos, deve ser uma experiência para um edital mais completo no futuro. Acho que deveria ser mais voltado a um projeto de edificação e construção tipo shopping que ainda não deu tempo de fazer.
    A ideia e boa. Atenderá a necessidade de consumo dos usuários evitando vendedores ambulantes.

  2. Amigos, boa noite.

    Isto não é atividade fim da CPTM.

    Deixem os camelos, eles prestam um ótimo serviço e ainda divertem todos os passageiros.

    Na estação de Santo André nem bebedor de água para funcionários e usuários tem.

    Acorda CPTM.

    “Cuidado com o vão e a altura entre o trem e a plataforma, que EXISTE HÁ MAIS DE MEIO SÉCULO”

    Fazer o que tem de fazer ninguém quer.

    Já contrataram uma universidade para desenvolver o dispositivo e o software que elimina esse problema ???

    A sugestão eu já enviei por escrito creo que já faz uns 5 anos.

    FOCO CPTM, FOCO NA ATIVIDADE FIM.

    Att,

    Paulo Gil

  3. Paulo Gil, boa noite

    Me permita dizer 3 coisas.
    1- Nem todo ambulante/camelô é do bem
    2-As plataformas estão distantes dos trens de passageiros porque os trens cargueiros operam no mesmo espaço e são muito mais largos. Só terá solução com o ferroanel norte.
    3-A exploração do sistema como um todo está subordinado a CPTM e a Secretaria de Estado.

    • Jair, bom dia.

      Legal, mas vejamos:

      1) Ok, mas eles atuam até hoje, a segurança é ineficiente ou faz vistas grossas.

      2) Ok, mas dá para colocar um dispositivo no trem de passageiros, controlado por um software programado com a altura de cada estação, em função do tipo da composição, com sensores tipo “micro swete” que calculam tudo em função do peso e altura da composição na estação que ela vai parar e aciona um dispositivo que, no mínimo, tampa o vão livre.

      Claro que está á apenas uma ideia, mas penso que é factível e com certeza a CPTM em parceria com uma Universidade, desenvolveria esse dispositivo num passe de mágica.

      O que não pode é nada ser feito há mais de 50 anos.

      3) Ok, mas esses editais, mesmo que se façam por 5 anos são muito complicados e o serviço sempre fica descontinuado, pois são muitas exigências jurídicas e se o negócio não der o devido faturamento, fica tudo abandonado.

      Por isso que eu digo que não é atividade fim da CPTM, é muita teoria e papel, para pouco resultado.

      Talvez na liinha 4 amarela, pode funcionar por ser privado, mas no público não dá certo; haja visto que nem a licitação do buzão de Sampa consegue ser feita.

      Eu adoraria que desse certo, mas a prática prova que não dá.

      Acho melhor eles lavarem e limparem a estação Julio Prestes por fora, pois a coisa tá feia, dá dó.

      Forte abraço.

      Paulo Gil

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