Prefeitura de Manaus intensifica fiscalização e aumenta apreensão de veículos clandestinos
Publicado em: 11 de maio de 2017
Em quatro meses Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) apreendeu 856 veículos que realizavam serviços de transporte de forma irregular na cidade
ALEXANDRE PELEGI
De Janeiro até 9 de maio deste ano a Prefeitura de Manaus, através da atuação intensa dos fiscais da Superintendência Municipal de Transporte Urbano (SMTU), apreendeu 856 veículos irregulares que faziam transporte clandestino nas ruas da cidade. A quantidade superou as apreensões realizadas em todo o ano passado, quando foram recolhidos 831 veículos.
Para Audo Albuquerque da Costa, superintendente da SMTU, o aumento das apreensões deveu-se diretamente à intensificação das operações de fiscalização. Desde 15 de abril, quando a SMTU lançou a Operação `Transporte Legal´, as blitze passaram a ocorrer com mais frequência, além de contarem com efetivo maior de fiscais.
Audo afirmou ontem (10), durante o balanço das operações, que as equipes da SMTU estão de manhã, de tarde e de noite nas ruas. “Quando retiramos de circulação o veículo clandestino estamos beneficiando não apenas o operador regularizado, que busca aperfeiçoar os seus serviços e que faz investimentos, mas também a própria população que acaba correndo risco quando utiliza um condutor que nem sequer está habilitado”, afirmou.
Apreensões realizadas
102 em janeiro;
65 em fevereiro;
332 em março;
274 em abril; e
83 nos primeiros nove dias de maio.
Do total de 856 apreensões realizadas, 366 condutores que realizavam o transporte ilegal não apresentaram à fiscalização a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
As operações têm autuado veículos de transporte escolar, frete-carga, mototáxi, táxi, lotação, fretamento, alternativo, executivo e transporte urbano.
Mototáxi foi o serviço com o maior número de apreensões – 579 veículos -, a maior parte por transporte ilegal.
Dentre as infrações mais recorrentes está o transporte clandestino.
“Como órgão gestor é nossa obrigação cumprir a lei, por isso vamos ampliar ainda mais as nossas fiscalizações. Tanto o prefeito Arthur Virgílio Neto quanto o prefeito em exercício, Marcos Rotta, tem batido exigido ações no sentido de moralizar o sistema e ordenar os modais. E estamos seguindo este caminho”, disse Audo Albuquerque.
Alexandre Pelegi – jornalista especializado em transporte




Amigos, boa tarde.
É a síndrome da fiscalização.
Pelo visto agora ela é nacional.
Fiscalizar NÃO, trabalhar SIM.
Att,
Paulo Gil