Metrô SP: Gratuidades mais que dobram, investimentos caem e velocidade maior dos ônibus ajudou o Metrô
Publicado em: 1 de abril de 2017
Apenas três composições foram inseridas à frota
ADAMO BAZANI
Com o maior número de estudantes não pagando tarifa e a ampliação do benefício de isenção tarifária para idosos a partir de 60 anos em 2014 (a lei federal determina a partir de 65 anos), os custos com gratuidades do Metrô em São Paulo aumentam constantemente a cada ano.
De acordo com Balanço de Gestão de 2016 da companhia, os reembolsos do Governo do Estado de São Paulo ao Metrô por causa das gratuidades pularam de R$ R$ 264,4 milhões em 2015 para R$ 598,3 milhões em 2016. É dinheiro de subsídios, não saindo, portanto, das tarifas. A alta do desemprego, já que há o bilhete do trabalhador desempregado, também contribuiu
O relatório ainda mostra que, mesmo com queda do número de passageiros (registros de passagens) de 1,117 bilhão em 2015 para 1,107 bilhão em 2016, a receita tarifária entre os dois anos subiu de R$ 1,669 bilhão para R$ 1,681 bilhão.
Entre 2015 e 2016, a frota teve acréscimo de apenas três composições, passando de 154 para 157. Em 2014, eram 150


Com a crise econômica e queda na arrecadação, houve também uma queda nos investimentos, aponta o relatório.
Entre investimentos na rede atual e na expansão, a redução foi de 25,5%, passando de R$ 3.153 bilhões em 2015 para R$ 2.349 bilhões, em 2016.
Em 2016, não houve repasses da prefeitura de São Paulo para investimentos no Metrô. Em 2015, os recursos foram de R$ 74,6 milhões.

O relatório também mostra os benefícios econômicos e sociais do Metrô em São Paulo. Esses benefícios poderiam ser maiores se a rede fosse mais ampla.
De acordo com o relatório, em relação a 2015, o aumento dos benefícios sociais e externalidades em 2016 foi de 13,3%. Esse item leva em consideração a redução de emissões de poluentes, a quantidade de carros de passeio que o Metrô consegue tirar das ruas, redução do consumo de combustível e de custo operacional das vias, além da redução do tempo de viagens na cidade. O Metrô destaca também que o aumento da velocidade de 4,5%, em média, nos ônibus em São Paulo, também auxiliou o desempenho e os benefícios das redes de trilhos, o que mostra que os diferentes meios de transportes públicos não devem concorrer entre si, mas se integrar e complementar. Ônibus mais rápidos ajudam na eficiência da rede de trilhos, com a melhor sincronia da origem e destino dos passageiros e melhor distribuição e previsibildiade da demanda

Desde 2006, com a a redução de emissões de poluentes, a quantidade de carros que o Metrô consegue tirar das ruas, redução do consumo de combustível e de custo operacional das vias, além da redução do tempo de viagens na cidade, a rede metroviária trouxe benefícios na ordem de R$ 115,68 bilhões à região Metropolitana de São Paulo
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


Amigos, boa noite.
Não precisa ser formado em nenhuma Universidade, para saber que já é passada a hora de
colocar a tarifa zero.
Segundo as projeções do IBGE, o Brasil terá um aumento exponencial na população de idosos.
Portanto, é só uma questão de tempo para a tarifa ser zero automaticamente.
PREVISIVELLLLLLLLLLLLLLL
Já podem criar a taxa do “Buzão do Véio”, afinal isso é comprovado estatisticamente pelo IBGE.
Já passou da hora de mudar a forma de gerir os custos do Buzão e correlatos.
Acorda Sampa…
Att,
Paulo Gil