Empresa de ônibus requalifica ponto final na Zona Sul

Ausência de estruturas é queixa de trabalhadores do setor

ADAMO BAZANI

Trabalhadores do setor de transportes da capital paulista, em especial motoristas, cobradores e fiscais, reclamam da falta de estrutura ainda comum na maior parte dos pontos finais das linhas municipais.

O problema é mais grave nas regiões periféricas.

Em alguns lugares, não há sequer sanitários ou espaços para o trabalhador tomar uma água.

Não há investimentos suficientes da prefeitura e a poucas empresas também criam estruturas que ofereçam o mínimo de conforto para os trabalhadores e também para os passageiros, que aguardam os coletivos.

Mas uma empresa da zona Sul divulgou que os investimentos numa estrutura agradaram passageiros e trabalhadores.

Desde o dia 6 deste de março, o ponto final das linhas 6062-10 – Jd. Castro Alves – Term. Grajaú e 6062-51 – Jd. Castro Alves – Term. Santo Amaro, conta com cobertura, fixação do ponto com o nome, horário e funcionamento da linha, pintura, grafite com o desenho de um dos microônibus que opera na linha e duas lixeiras para recolher material reciclável.

A ideia de reformar o local foi do coordenador da linha João Carlos Alcântara, o Bujão.  “Isso traz conforto para o passageiro e para o motorista. Ainda vamos instalar bancos para trazer ainda mais comodidade”, garante Bujão, em nota da Transwolff, a empresa de ônibus que fez a reforma.

A companhia não descarta a possibilidade de reformar outros espaços.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes