Empresa de ônibus requalifica ponto final na Zona Sul
Publicado em: 18 de março de 2017
Ausência de estruturas é queixa de trabalhadores do setor
ADAMO BAZANI
Trabalhadores do setor de transportes da capital paulista, em especial motoristas, cobradores e fiscais, reclamam da falta de estrutura ainda comum na maior parte dos pontos finais das linhas municipais.
O problema é mais grave nas regiões periféricas.
Em alguns lugares, não há sequer sanitários ou espaços para o trabalhador tomar uma água.
Não há investimentos suficientes da prefeitura e a poucas empresas também criam estruturas que ofereçam o mínimo de conforto para os trabalhadores e também para os passageiros, que aguardam os coletivos.
Mas uma empresa da zona Sul divulgou que os investimentos numa estrutura agradaram passageiros e trabalhadores.
Desde o dia 6 deste de março, o ponto final das linhas 6062-10 – Jd. Castro Alves – Term. Grajaú e 6062-51 – Jd. Castro Alves – Term. Santo Amaro, conta com cobertura, fixação do ponto com o nome, horário e funcionamento da linha, pintura, grafite com o desenho de um dos microônibus que opera na linha e duas lixeiras para recolher material reciclável.
A ideia de reformar o local foi do coordenador da linha João Carlos Alcântara, o Bujão. “Isso traz conforto para o passageiro e para o motorista. Ainda vamos instalar bancos para trazer ainda mais comodidade”, garante Bujão, em nota da Transwolff, a empresa de ônibus que fez a reforma.
A companhia não descarta a possibilidade de reformar outros espaços.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes


Parabéns para o Bujão, este sim, um cara visionário.
Amigos, boa noite.
E isso quem sabe trabalhar, atente e trata o s pasageiros como vlientes e os colaboradoes como colaborador e nao empregado.
Parabens ao Bujao e a Transwolff.
E disto que o buzao de Sampa precisa.
Vem pra 8 tambem Trnaswolff.
Att,
Paulo Gil
Po que legal Adamo.