Pelo segundo dia, Curitiba tem greve de ônibus

 

Ontem trabalhadores aderiram ao dia nacional de paralisações e hoje protestam contra impasse no reajuste dos salários

ADAMO BAZANI

Passageiros que utilizam ônibus de Curitiba e região metropolitana enfrentam dificuldades para se deslocar na manhã desta quinta-feira, 16 de março de 2017.

Pelo segundo dia consecutivo, motoristas e cobradores de ônibus estão de braços cruzados.

Na quarta-feira, os trabalhadores aderiram ao dia nacional de paralisações contra a reforma da Previdência. A justiça havia determinado 50% de frota no horário de pico e 40% nos demais horários. Durante a manhã, nenhum ônibus saiu das garagens e no pico da tarde, de acordo com a Urbs, gerenciadora do sistema, quantidade foi insuficiente.

Nesta quinta, o motivo da paralisação é um impasse em relação ao reajuste salarial pleiteado pela categoria. Segundo a Urbs, às 6h30 da manhã havia 52% da frota em circulação.

Os trabalhadores pedem 15% de reajuste salarial. A data-base foi em fevereiro.

As empresas de ônibus, alegando dificuldades financeiras por projeções de demanda maiores do que apurada realmente nas catracas, dizem que só podem repor a inflação acumulada pelo INPC e ofereceu 5,43%.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

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